sexta-feira, 30 de julho de 2010

Biomímica: design baseado na diversidade da vida

 
Biomímica: design baseado na diversidade da vida
O Instituto de biomímica define o campo como "a ciência e a arte de emular as melhores ideias biológicas da natureza de forma a resolver problemas humanos". Por exemplo, bactérias não aderem à pele do tubarão das Galápagos graças a pequenos dentículos que a recobrem. 
Essa solução está sendo transposta para revestimentos de hospitais pela empresa Sharklet Technologies. Em outra aplicação, uma nova empresa de cimento pretende usar a "receita" dos corais marinhos para sequestrar carbono no processo de fabricação do produto. Ao invés de emitir uma tonelada de carbono por tonelada de cimento produzida, essa tecnologia terá um saldo negativo (positivo para a atmosfera) de meia tonelada.
Foto: Niall Kennedy
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Em Rede: O ECO

Liderança, depressão, ameaça de morte

Liderança, depressão, ameaça de morte
“Se soubesse que o mundo se desintegraria amanhã, ainda assim plantaria a minha macieira. O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos. Temos aprendido a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos.” - Martin Luther King
Como pessoas que escolhem se dedicar a aliviar o sofrimento e a dor alheios, incluídos aí não só a dor dos que nos são semelhantes, mas também dos que não são, como os animais, por exemplo, encontram forças para continuar lutando, para se manterem otimistas, para serem felizes, para não caírem em depressão, principalmente quando o que mais vêem como resultado desse esforço são mais derrotas que vitórias?
 
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Vilmar Berna é escritor e jornalista, editor da Revista e do Portal do Meio Ambiente.
Mais informações: www.escritorvilmarberna.com.br

Água Virtual Por José Otavio Carlomagno

Água Virtual
Por José Otavio Carlomagno 
Nestes tempos de realidades virtuais, a água virtual não é uma fantasia, como pode-se pensar, mas uma realidade quase invisível e de difícil mensuração. Entende-se que a água virtual é aquela utilizada na elaboração de um bem de consumo ou serviço, ela está embutida no produto de maneira indireta, pois são os recursos hídricos utilizados no processo de produção. Este conceito foi introduzido em 1993, pelo professor inglês John Anthony Allan, do Kings College, de Londres. 
A maioria de nós tem noção do gasto direto individual mensal de água. Para obter-se esse dado o processo é simples, basta dividir-se o consumo de água de uma residência pelo número de moradores da casa. Considera-se como valor médio de consumo direto, na área urbana, 4m³ , que correspondem a 4mil litros, por habitante e por mês. 
Pois bem, o consumo de água virtual é muito maior do que o consumo direto, apesar de ser quase invisível. Para se produzir um único par de sapatos de couro utiliza-se 8m³ de água, ou seja 8 mil litros. Se a pessoa comprar um par de sapatos de couro por mês a água utilizada na sua produção é o dobro do consumo médio direto mensal por indivíduo. Mas pode-se argumentar que poucas pessoas compram um par de sapatos de couro todo mês. Pois bem, para se produzir um único hambúrguer gasta-se 2,4m³ de água, ou 2 mil e 400 litros. Quem come apenas dois hambúrgueres por mês, está consumindo indiretamente uma quantidade de água 20 por cento maior do que todo o gasto direto individual, os dados são da WWF. 
Dados da Unesco nos dão conta que para se produzir 1kg de carne bovina, de boi criado a pasto, o gasto de água é de 14 mil a 16 mil litros, para produzir-se 1 kg de carne de boi confinado o gasto com água passa de 20 mil litros, 1 kg de carne de frango gasta 4 mil litros e 1 kg de carne suína 6 mil litros de água. Para se produzir 1 kg de milho utiliza-se 0,45 mil litros de água, podendo esse valor subir para 1,1 mil litros se a cultura for irrigada e situar-se em local de elevada evapotranspiração. Para feijão usa-se 1,5 mil litros de água/kg e em cultura irrigada 2,3 mil l de água/ kg. Outros dados: 
Banana: 500 litros/kg
Batata: 105 a 160 litros/kg
Laranja: 378 litros/kg
Tomate: 105 a 280 litros/kg
Trigo: 1150 a 2000 litros/kg
Manteiga: 18000 litros/kg 
De maneira geral, os produtos de origem animal são disparados os maiores gastadores de água.
O Brasil exporta 8 milhões de toneladas de carne bovina anualmente, para produzir essa quantidade, são utilizados 128 bilhões de m³ de água, isto é 128 trilhões de litros. Esse volume inimaginável nos dá uma ideia do desperdício de água pela indústria da morte.
Essa água de sangue e produtos químicos vai para os rios, o custo do tratamento dessa água é arcado por todos nós para que o pecuarista lucre, o industrial lucre e o governo comemore a entrada de divisas. A sujeira fica por aqui, para que o europeu possa comer carne sem sujar a água de seus rios. A isto, aqui, chamam de progresso: sujar a água, para que poucos obtenham vantagens. Agregada à indústria da carne está a indústria do couro, que, talvez, seja mais poluente do que a primeira, três a quatro vezes por ano lemos nos jornais que ocorre morte de peixes na bacia do Rio Dos Sinos causada pelos efluentes dos curtumes da região. Não há interesse em se apontar os responsáveis, até porque todos são conhecidos. Observe que usei como exemplo apenas a carne bovina, mas há a carne suína, carne de aves, açúcar, soja, álcool, café, suco de laranja, que são os produtos agrícolas exportados pelo Brasil em grande quantidade. 
Há uma “outra” água que chama menos ainda a atenção do que a água virtual, mas que daqui para frente deve ser levada em conta no cômputo do gasto hídrico com produção, apesar de o volume ser pequeno quando se compara com a outra. Uma vez que os recursos hídricos do planeta estão sendo dilapidados rapidamente, em prol do consumismo exacerbado e nada racional, a “água de exportação” – aquela que sai do lugar de origem porque faz parte do produto exportado – terá cada vez mais destaque e creio que futuramente seu valor deva ser agregado ao produto. 
Se somarmos às 8 milhões de toneladas de carne bovina que o Brasil exporta, as 2,5 milhões de toneladas e as 600mil toneladas de carne suína, o total de carne exportada é 11,1 milhões de toneladas. Na composição das carnes a água representa algo em torno de 75%, assim 8,25 milhões de toneladas de água, ou 8 bilhões e 250 milhões de litros d’água sairão do país este ano, com a exportação de carne. Essa quantidade representa valor muito maior do que o volume de água da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, que possui 6,55 milhões de toneladas de água, ou seja, 6 bilhões e 550 milhões de litros de água. Os outros produtos agrícolas exportados em grande escala pelo Brasil: suco concentrado de laranja, soja e café juntos levam do país 6 bilhões 678 milhões de litros de água. Por ano enviamos ao exterior duas Lagoas Rodrigo de Freitas em água. A indústria da morte é a campeã na poluição das nossas águas e na exportação. Pois bem, fiz a conta a partir do ano de 1963, ano em que começou a exportação de suco de laranja, apesar de que o Brasil já exportava café havia mais de cem anos, mas de 1963 para cá o país exportou volume de água maior do que a Lagoa dos Patos, que tem 265 km de extensão.
A UNEP publicou um relatório de 110 páginas, em inglês, sobre o impacto ambiental de diversas atividades humanas no mundo, a produção de carne e leite é considerada uma das mais poluentes, acesse www.alturl.com/fj3p 
Em outra oportunidade vou falar sobre ‘O boi verde e a vaca louca’.

*José Otavio Carlomagno é engenheiro agrônomo
Fonte: Vanguarda Abolicionista
Em Rede: Vanguarda Abolicionista

Contratos com construtoras de Belo Monte devem ser assinados na próxima semana

Contratos com construtoras de Belo Monte devem ser assinados na próxima semana
Os contratos com as construtoras e fornecedores para as obras da Usina de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, deverão ser assinados na próxima semana, segundo a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra. Ela participou na quinta-feira (29/07) de reunião mensal do Conselho de Administração da Eletrobras, em Brasília. 
Sem citar nomes, a ministra informou que já foram contratadas empreiteiras para a obra. De acordo com ela, o governo tem recebido propostas de diferentes empresas para o fornecimento de turbinas para a usina. O contato já foi feito com o grupo argentino IMPSA e com a francesa Alstom.
A sociedade de propósito específico criada para gerenciar a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, terá 18 participantes. A construção da usina está estimada em R$ 19 bilhões.
Fonte: Lourenço Canuto/ Agência Brasil
Em Rede: Ambiente Brasil

Instituição critica retirada das Galápagos de lista de bens em perigo

 Instituição critica retirada das Galápagos de lista de bens em perigo
Um órgão consultivo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) criticou nesta quinta-feira (29) a decisão do Comitê do Patrimônio Mundial de retirar as Ilhas Galápagos, do Equador, da lista de bens em perigo, durante reunião realizada em Brasília. 
“A retirada [da lista de bens ameaçados] deste lugar único no planeta e de importância mundial para a humanidade é prematura”, declarou Julia Marton-Lefèvre, diretora-geral da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês). 
Ela acrescentou que a IUCN “está disposta a continuar seu trabalho com o governo equatoriano, para aplicar plenamente as recomendações do Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco”, com relação a medidas que devem ser adotadas para preservar as ilhas.
As 58 ilhas do arquipélago das Galápagos estão situadas no oceano Pacífico e foram inscritas na lista de patrimônios mundiais em 1978. Em 2007, foram incluídas entre os bens em perigo por causa do “turismo crescente” e outros problemas ambientais e sociais.
Fonte: Folha.com
Em Rede: Ambiente Brasil

Assembleia da ONU declara direito à água, mas com polêmica

Assembleia da ONU declara direito à água, mas com polêmica
A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou na quarta-feira (28/07) uma resolução afirmando o direito universal à água e ao saneamento, porém mais de 40 países se abstiveram, dizendo que o tema não está contemplado no direito internacional.
Cerca de 884 milhões de pessoas carecem de acesso à água potável no planeta, mais de 2,6 bilhões não têm saneamento básico, e cerca de 1,5 milhão de crianças menores de 5 anos morrem a cada ano por causa de doenças vinculadas à água e ao saneamento, segundo países patrocinadores da resolução. 
A medida, que foi apresentada pela Bolívia e não é de cumprimento obrigatório, diz que o direito à água potável e ao saneamento é “um direito humano essencial ao pleno desfrute da vida e de todos os direitos humanos.” 
E, numa cláusula que parece lançar sobre os países ricos o ônus de corrigir a situação, o texto pede aos governos e organizações internacionais que “intensifiquem os esforços” para fornecer água potável e saneamento a todos.
A resolução foi aprovada por 122 votos a favor, nenhum contra e 41 abstenções, principalmente de países desenvolvidos.
Consultora 
Os países que se abstiveram alegaram que uma especialista independente, a advogada portuguesa Catarina de Albuquerque, deve apresentar no ano que vem ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, as obrigações dos países a respeito de água e saneamento.
Eles acusaram os patrocinadores da resolução de tentarem esvaziar as conclusões da especialista.
John Sammis, representante dos EUA, disse que a resolução “fica aquém de obter o apoio unânime dos Estados membros e pode até prejudicar o trabalho em andamento em Genebra.” Ele disse que a apresentação da resolução foi precipitada. 
A delegada britânica Nicola Freedman afirmou que Londres “não acredita que exista no momento suficiente base legal sob o direito internacional para declarar ou reconhecer a água ou o saneamento como direitos humanos à parte.”
Já a entidade norte-americana Food & Water Watch qualificou a resolução como histórica. “É hora de chegar ao consenso de que os pobres do mundo merecem o reconhecimento desse direito humano, sem mais demora ou equívoco”, disse o grupo em nota na qual acusou os EUA de “obstruírem o reconhecimento do direito humano à água.”
Fonte: Folha.com
Em Rede: Ambiente Brasil

Parlamento proíbe touradas na Catalunha

 Parlamento proíbe touradas na Catalunha
Governo acatou projeto popular com 180 mil assinaturas que considerava festa cruel
Parlamentares da Catalunha aprovaram nesta quarta-feira a proibição das touradas na região, que se transformou na segunda província espanhola a adotar essa decisão (A primeira foram as Ilhas Canárias, em 1991). As poucas arenas catalãs devem ser desativadas até 2012. Entre elas está a única arena ainda em atividade na capital regional, Barcelona. 
"Há algumas tradições que não podem continuar congeladas no tempo conforme a sociedade se transforma..., as coisas mais degradantes devem ser banidas", disse Josep Rull, deputado regional do partido nacionalista CiU.
Ativistas dos direitos dos animais prometem lutar para que a proibição se estenda ao resto da Espanha.
Fonte: REDE Os Verdes/APEDeMA-RS/Via e-mail

Bolsa Família não é resposta à pobreza urbana no Brasil, diz 'Economist'

Bolsa Família não é resposta à pobreza urbana no Brasil, diz 'Economist'
Para revista, programa não teve sucesso em diminuir trabalho infantil
A revista britânica The Economist traz em sua edição desta semana um longo artigo sobre o Bolsa Família onde afirma que, apesar da grande contribuição do programa para a redução dos índices de pobreza do Brasil, ele parece não funcionar tão bem no combate à pobreza nas grandes cidades.
De acordo com a revista – que cita dados da Fundação Getúlio Vargas – cerca de um sexto da redução da pobreza no país nos últimos anos pode ser atribuído ao Bolsa Família, “mas algumas evidências sugerem que o programa não está funcionando tão bem nas cidades como nas áreas rurais”.
“O sucesso do Brasil em reduzir a pobreza parece ser maior nas áreas rurais que nas urbanas”, diz o artigo, que cita dados das Nações Unidas que indicam que houve uma redução de 15 pontos percentuais no número de pobres na população rural entre 2003 e 2008, enquanto nas cidades essa diminuição foi muito menor.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Convocada la II Universidad de Verano

 Convocada la II Universidad de Verano
II Universidad de verano de Los Verdes, del 29 de julio al 1 de agosto de 2010
Entre plenarias y talleres, la universidad verde de verano es un momento de intercambio, debate, formación, información, etc. sobre todo tipo de cuestiones que interesan a l+s integrantes y simpatizantes del movimiento verde y ecologista. El tema central de esta nueva edición es la política municipal verde.
Para consultar el programa, haz clic aquí
Puedes consultar el programa definitivo aquí

Termoeléctrica de Penco se rinde ante inminente plebiscito y desiste del proyecto

 Termoeléctrica de Penco se rinde ante inminente plebiscito y desiste del proyecto
Ex Presidente del Partido Ecologista invita a celebrar en la plaza de Penco.
Como “un triunfo de la participación ciudadana” fue calificada por el Ex Presidente del Partido Ecologista, Félix González, el desestimiento de la empresa Southern Cross de su proyecto Termoeléctrico a Carbón en Penco.
El ecologista organizó la realización de un plebiscito ciudadano, recolectando más de 3000 firmas ante notario para obligar al alcalde a llamar a plebiscito y, de esta forma, modificar el Plano Regulador Comunal e impedir la instalación de este tipo de centrales en el territorio.
 
Más en Partido Ecologista del Chile

El reformismo radical de la ecología política

 El reformismo radical de la ecología política
Por Alain Lipietz
Intervención en el taller “Ahondar en los valores de la ecología política”, convención parisina de “Europe Ecologie”
El “reformismo radical” (como la “utopía concreta”, o cualquier otra propuesta de este tipo) es una de las características más importantes del posicionamiento político de la ecología ¡Más importante incluso que la cuestión “a la izquierda”, “ni derecha, ni izquierda”, o “a otra parte”! 
Para aquellos y aquellas que venimos de una experiencia progresista previa, como la izquierda socialista o comunista, fue probablemente toda una sorpresa analizar la amplitud de las transformaciones que la ecología política implicó en la vida de las sociedades humanas. 
Más allá de los derechos humanos o de la redistribución de las riquezas, del poder y la propiedad, la ecología política exige una transformación profunda de la vida material, de la manera misma de producir, consumir, de compartir la vida de la comunidad. En este sentido, aparece como “más radical” (yendo más a la raíz de las cosas) que todas las ideologías progresistas previas. 
Traducido por EcoPolítica*

Greens at anti-nuclear action in front of Turkish Parliament

 Greens at anti-nuclear action in front of Turkish Parliament
Activists from all over Turkey call MPs to say no to the nuclear deal in Parliament, carrying boxes filled with the 170,000 signatures of anti-nuclear petitioners. 
Ankara - Anti-nuclear activists conducted a nonviolent action in front of the Turkish Parliament today in order to stop MPs from voting on Turkey’s nuclear deal with Russia. Activists protested the nuclear law with boxes full of 170,000 antinuclear petitioners’ signatures and opened banners in Turkish and English reading “TURKEY DOESN’T WANT NUCLEAR” and “SAY NO TO DIRTY NUCLEAR DEAL” in front of Parliament. 
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BP oil cap may have spill under control

 Images of the BP oil spill taken from live video on 26 May (top L), 1 June (top R), 13 July (bottom L) and 15 July (bottom R) after the leak was contained.
BP oil cap may have spill under control
BP vice-president says pressure is holding inside cap, but US president Barack Obama warns against premature celebration 
BP held out hope today that it had finally brought America's worst oil spill under control, when a senior executive expressed optimism about a new cap that for the first time since April has stopped oil gushing from a deepwater well.
 The vice-president, Kent Wells, said pressure was holding up inside the cap, indicating that oil was being successfully contained under the 75-tonne device. Valves on the cap were shut late yesterday and pressure will be tested regularly over the next 36 hours. A fall in pressure would indicate another leak. 
BP is also planning to start drilling again on a relief well that will cut into the compromised well and enable it to be sealed permanently. The BP share price, which has lost almost 50% of its value since the original blowout on 20 April, rose almost 4% in London after the developments, although executives and officials were warning that the nightmare wasn't over yet.
From Suzanne Goldenberg in Washington and agencies in New Orleans 
Photograph: BP/Reuters
Font: The Guardian

DIA FUERA DEL TIEMPO

 DIA FUERA DEL TIEMPO
Por Harold Wilson Montúfar Andrade 
El 25 de julio se celebro en diversos lugares del planeta el “día fuera del tiempo”, para los sabios Mayas es el inicio del año nuevo, aquel que empieza luego de trece meses de 28 días, más un día adicional, que exactamente suma los 365 días de un año. Los veintiocho días de cada mes se refieren a los ciclos de la luna, que se suman luego de pasar por sus cuatro fases de siete días cada una. Es conocer el funcionamiento del ritmo biológico de la naturaleza y aplicarlo a un calendario civil, agrícola y de celebraciones espirituales. 
Algo que aprendí del calendario “Bristol”, fue la relación con los ciclos de la luna y de cómo nuestros campesinos, programaban sus cosechas de acuerdo a sus fases. No es muy lejana nuestra apreciación del tiempo de la que tenían los Mayas en su calendario. Pero no solo los movimientos de la luna fueron estudiados por los sabios ancestrales para realizar su propio calendario, también tomaron el ciclo reproductivo de la mujer, que a los 28 días promedio se produce su ovulación y periodo menstrual. 
Es fascinante conocer la vida de los Mayas, con mayor profundidad su concepto del tiempo. He encontrado diversas explicaciones sobre su medición de días y años, en esta suma de  acertijos he quedado convencido de que debemos cambiar nuestra noción del tiempo; de la comprensión de la vida, la existencia, las relaciones entre los seres humanos y los seres vivientes del universo. 
Al contrario de nuestros sabios ancestrales, la religión católica en su afán de transversalizar todos los tópicos de la vida,  se inventó y aplicó por decreto el famoso calendario Gregoriano, aquel que hoy nos gobierna. 
Fue el papa Gregorio XIII en el año 1582 que sustituyó el calendario Juliano, instaurado en el año 46 antes de cristo por Julio Cesar, bajo el pretexto de que había un desfase de 26 segundos por año y que cada 3300 años se debía ajustar en un día. De allí nace la medición de 12 meses de diversos días: 28, 29, 30 y 31, más preocupados por la celebración da las fiestas religiosas, especialmente de la Pascua. 
En si el calendario gregoriano es un calendario litúrgico, en donde las semanas de sietes días comienzan los lunes y terminan los domingos, siendo aun diferente del de la Biblia, que manifiesta que el día del descanso es el Sábado. 
Es fácil comprender que el intento de Gregorio XIII fue incentivar la liturgia o los actos ceremoniales de la Iglesia Católica, priorizando el día Domingo para tales actos. Sin embargo es un calendario impreciso, artificial y dedicado a determinar días comerciales, que con el tiempo se convirtieron en días de celebración y adoración al consumo y al dios Comercio. 
Caso contrario ocurre con el calendario Maya, donde el año nuevo no es una fecha de borrachera y carnaval, sino el comienzo de un tiempo para el arte y la paz. Los sabios celebraban este día mediante ritos ceremoniales artísticos y culturales, como un agradecimiento a la naturaleza y al universo por la vida y la existencia. 
Haciendo uso de la memoria de los Mayas, este 25 de julio es el inicio del año nuevo en su calendario y se celebra en todo el mundo con expresiones teatrales, musicales, poéticas, dancisticas, ritos de sanación y perdón y otras expresiones artísticas. 
Participaré construyendo una mandala.
Fuente: REDE Os Verdes/Via e-mail

Semana começa com prisão absurda de vegetariana

Semana começa com prisão absurda de vegetariana
Ativista é presa em mais um ato pró-vegetariano, agora na Jordânia
Uma ativista pró-direitos animais provocou tumulto em Amã, capital da Jordânia, ao usar um 'vestido de alface' em uma campanha contra o hábito de consumir carne. Amina Tarek e amiga protestaram a favor da alimentação vegetariana. Elas acabaram absurdamente presas durante três horas na capital, Amã, num evidente abuso de poder, a favor de interesses econômicos.
Amina Tarek, que tinha a ajuda de uma outra ativista e usava véu islâmico conseguiu atrair a atenção dos passantes, mas a polícia não gostou da ideia.
Mesmo com o protesto de transeuntes e dezenas de pessoas que se uniram ao ato público, as duas ecologistas foram detidas por três horas. A polícia disse que elas não tinham autorização para fazer o protesto, o que ambas negaram.
Amina Tarek com seu vestido de alface neste domingo  em Amã reproduziu o protesto de várias e vários vegetarianos em variados lugares do mundo, ativistas do Peta, ONG que defende o tratamento ético a animais, elas mostraram uma placa com a frase: 'Deixe o vegetarianismo crescer em você'. E completavam falando: "Assim você poderá diminuir a violência e lutar pela vida".
 
Fonte: G1/via Randáu Marques

Arrestation de deux opposants au Rwanda

 Victoire Ingabire Umuhoza, la présidente du parti des Forces démocratiques unifiées (FDU)
Arrestation de deux opposants au Rwanda
La police rwandaise a annoncé, ce lundi 26 juillet 2010, avoir arrêté deux opposants. Les deux hommes sont soupçonnés d’avoir voulu « organiser une manifestation non autorisée.
Les deux opposants arrêtés samedi 24 juillet appartiennent au parti des Forces démocratiques unifiées (FDU), une formation qui, selon la police, n'est pas encore reconnue par les autorités. Selon la police, les deux hommes, Martin Ntavuka et Anastase Hagaimana, responsables pour deux districts de Kigali, sont soupçonnés d'avoir voulu « organiser une manifestation non autorisée », prévue pour ce lundi.
Image: AFP/Bertrand Guay
 
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Electrolux fabricará aspiradores a partir de los plásticos dispersos en los océanos

Electrolux fabricará aspiradores a partir de los plásticos dispersos en los océanos
El Grupo Electrolux ha decidido fabricar aspiradores a partir de plásticos recogidos en los océanos y mares del mundo, como el océano Pacífico, donde se encuentra la mayor isla de basura flotante del mundo, con una extensión que es el doble del territorio de Estados Unidos, para concienciar sobre la contaminación del mar.
Así, según ha informado la compañía la iniciativa 'Vac from the Sea' tiene el objetivo de llamar la atención sobre el problema de contaminación marina originada por los plásticos que se tiran al mar y, al mismo tiempo, combatir la escasez de plásticos reciclados en la tierra, donde son necesarios para fabricar electrodomésticos sostenibles.
"Hay islas de plástico kilométricas flotando en nuestros océanos y contaminando sus aguas, mientras paradójicamente en la tierra hay escasez de esa materia para la fabricación de electrodomésticos ecológicos. Por ellos estamos tratando de fomentar la idea de recoger suficientes plásticos reciclados. Lo que el mundo necesita ahora es un mejor 'karma plástico'", ha explicado la vicepresidenta de asuntos medioambientales de la división Floor Care de Electrolux, Cecilia Nord.
De este modo, la empresa prevé fabricar cinco o más aspiradores realizados con los residuos plásticos recogidos del océano Pacífico, Índico, Atlántico, en el Mar Mediterráneo, el Báltico y el Mar del Norte, que serán expuestos en el centro de diseño de Electrolux en Estocolmo.
Finalmente, la compañía señala que el objetivo no es vender los aspiradores para hacer dinero sino exponerlas para concienciar sobre la contaminación marina. La iniciativa se podrá seguir en el blog www.electrolux.se/vacfromthesea y en las redes sociales Facebook y Twitter.
Fuente: ECOTÍCIAS

Festival de Obon no Japão

 Festival Obon 
O Festival Obon (feriado de Finados) compreende 3 dias em homenagem aos antepassados, de 13 a 15 de agosto, ou de 13 a 15 de julho, variando de acordo com a região do Japão. Nos últimos anos, as comemorações têm predominado em agosto, para coincidir com o período das férias de verão. 
Nas residências, as crianças acendem incensos e brincam animadas, enquanto os mais velhos mostram um respeito maior e se reúnem para fazer oferendas, com flores, água e flores de lótus, frente a um altar (montado nas residências, chamado de butsudan) cheio de comida, para que os antepassados se sintam em casa durante esses dias. 
Além das orações nos templos e altares familiares, muitas lanternas (chouchin) são acesas para guiar os espíritos em seu retorno para casa, e é por isso que também é chamado de Festival das Lanternas. Por todo o Japão, ao anoitecer promove-se o Bon Odori, a dança para confortar e entreter os seus ancestrais. Terminada a estação do Bon, acredita-se, os espíritos retornam para os seus lugares. 
Origem e lenda
Comemorado há mais de 500 anos, o Festival Obon é originário do budismo chinês, com intenção de salvar os mortos que não conseguem desencarnar. Transmitido ao Japão, tornou-se um em evento para cultuar a memória dos antepassados. 
A marca registrada do Festival Obon é uma dança folclórica, de participação coletiva e popular, chamada Bon Odori. Uma lenda contada no sutra Urabon-kyô fala de um monge zen, chamado Mokuen, que se destacava dos demais por ter uma poderosa visão transcedental. Ele se concentrava e, assim, seu espírito tanto podia viajar por mundos desconhecidos como ter a visão do que estava acontecendo em qualquer dimensão. 
Pouco tempo depois que sua mãe faleceu, ele resolveu usar o seu poder para ver em qual plano astral estava o espírito dela. Como ela era uma pessoa muito bondosa, Mokuen imaginou que ela estivesse no Nirvana, onde se encontra Buda. Surpreso, descobriu que sua mãe renascera na dimensão dos Gaki (demônios famintos). Os seres que habitam esse mundo são esfomeados e sofrem de eterna sede. Ao ver sua amada mãe naquela situação de penúria, Mokuen — que tinha o dom de fazer viagem astral — levou comida para ela. Porém, um fato inesperado aconteceu e aumentou o sofrimento de Mokuen – cada vez que a mãe colocava um pouco de comida, o alimento se transformava em fogo e queimava sua boca. 
Durante uma oração prolongada, Mokuen pediu a Buda que ajudasse a aliviar a dor e o sofrimento de sua mãe. Buda, então, aconselhou-o a, no dia 15 de julho, manter todos os monges da localidade enclausurados dentro de um grande mosteiro, para que eles ficassem pelo menos por um dia sem pisar nos pequenos insetos e nas flores. 
No dia combinado, Mokuen chamou todos os monges da região para o grande mosteiro, dizendo que lhes ofereceria um banquete em homenagem à sua falecida mãe. Foi feita tanta comida que os monges passaram o dia inteiro comendo, bebendo e cantando, e ninguém se lembrou de sair do mosteiro. Quando o dia terminou, o espírito de sua mãe apareceu para ele transformada em um ser do 6º Plano Astral. Ela estava iluminada e tão leve que chegava a flutuar. 
Ao ver sua mãe iluminada e flutuando como um chouchin (lanterna japonesa) ao vento, Mokuen ficou tão feliz que começou a dançar de alegria. 
Os monges, que estavam alegres de tanto comer e beber, gostaram da dança de Mokuen e saíram dançando atrás dele. Acabaram por formar uma grande roda, simbolizando o círculo da felicidade. Assim surgiu o bon odori, como dança que faz homenagem ao espírito de pessoas falecidas.