terça-feira, 30 de novembro de 2010

VÍDEO: Destruição do Rio Jacuí

VÍDEO: Destruição do Rio Jacuí
É muito triste ver como está o Rio Jacuí, visitei o velho Jacuí no sábado, dia 27 de Novembro de 2010 e constatei o que já sabia e foi possível mostrar o tamanho do estrago, porque a Barragem de Santo Amaro estava aberta e com isso o rio estava abaixo em 4 metros do nivel normal. Caso contrário, a água esconderia quase tudo. Isso acontece porque as mineradoras que mineram lá, retirando areia do fundo do rio, ocasionam esta erosão nas margens, retirando todas as praias e condenando a morte milhares de árvores, estas que podem ser encontradas atá na Lagoa dos Patos, pois atravessam todo o percurso boiando nas águas.
Fonte: REDE Os Verdes/via e-mail

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Lixão da Camélia: problema persiste, mesmo com interdição da FEPAM

Lixão da Camélia ainda aguarda decisão da Justiça para fechá-lo
Lixão da Camélia: problema persiste, mesmo com interdição da FEPAM
A interdição da FEPAM e o prazo para protocolo no órgão, em 09 de novembro, estabelecido para sanar com o problema do lixão de Tapes,  foram descumpridos pela Prefeitura e se mantém a situação como nos últimos 6 anos, após ingresso de Ação Popular que responsabiliza a Administração de Tapes pela degradação anterior a ação judicial e após o ingresso na Justiça para se ver sanada a questão.
No momento, se aguarda a decisão da Comarca de Tapes, estando conclusos ao juiz o volumoso processo, que com o passar dos anos permitiu também que se avolumasse lixos e agressões ambientais naquela área. 
Possivel foco de dengue com a chegada do verão
Passados anos a fio e descumprimentos contumazes de parte da Prefeitura, a situação começou a mudar quando do ingresso de documentos na Fepam em 23 de setembro e de lá para cá os trâmites foram agilizados devido a pressão da imprensa televisiva,  jornalística e blogueira na Rede de Computadores.
Tal iniciativa ocorreu de parte de diversos leitores e técnicos diversos nas áreas ambientais que pressionaram as editorias de jornais na TV a mostrar a situação para o Estado. 
A situação apresentada em outubro na TV em nada mudou agora em novembro
A continuidade dos despejos foi condenada pelo perito contratado pela justiça para abalizar com informações a decisão da Comarca local.
Caixa de inspeção vazando chorume pelo campo
Ele enfatizou em suas conclusões, quanto a operacionalidade do lixão em atendimento a L.O., quando em seu entendimento "não se efetivou, existindo lagoas de chorume expostas, obstrução de tubulação de gases, poços de monitoramento sem especificações, ausência de equipamento (trator) para cobrimento do material, inexistência de argila nas proximidades, cerca sem vedação permitindo a presença de animais e pessoas não habilitadas e deposição de material orgânico a céu aberto". 
Chorume acumulado filtra para dentro da terra
Terra arenosa é usada para tapar lixo
 Na visão do Perito "Assim a área do aterro/lixão não atendeu, no momento da vistoria, as condições e restrições expressas nas letras "d', "e" e "f" da Licença de Operação, por não ter havido a inspeção periódica e manutenção das instalações implantadas e adequada operação do aterro, os resíduos não são compactados com a argila, material recomendado pela Licença e normas técnicas, com área livre para acesso de pessoas e animais.
As conclusões do perito é algo que consiste em apenas 1% do problema, por não ter realçado a situação de crime ambiental e administrativo que se avoluma 13 anos, em 27 anos de crime ambiental permanente sem a coragem dos órgãos afetos ao problema de resolvê-lo.
Fonte: REDE Os Verdes/Imagens: Júlio Wandam - 27/11/2010

A delegacia verde - RS abre as portas da Delegacia Especializada de Meio Ambiente da Polícia Civil

A delegacia verde
Crimes ecológicos que exigem longa investigação serão direcionados para DP
Porto Alegre – A partir de hoje, crimes ambientais recebem maior atenção no Rio Grande do Sul. Sob o comando da delegada Elisangela Melo Reghelin, a primeira Delegacia de Polícia de Proteção ao Meio Ambiente (Dema) abre as portas na Rua Marquês do Pombal, em Porto Alegre. Ligada ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), a unidade deve permitir a elaboração de inquéritos técnicos e especializados no assunto. 
Como é de praxe do Deic, os crimes que devem ser encaminhados para a Dema, órgão da Polícia Civil, são aqueles que exigem longa investigação. Ocupações irregulares, aterros sanitários, lixões, resíduos da construção civil e poluição hídrica estão entre os temas a serem investigados. A delegada Elisangela, que será empossada hoje, conta que quem costumava investigar esses casos eram as delegacias distritais e alguns promotores públicos. Com a instalação, todos poderão trabalhar em conjunto e colher melhores resultados. 
Para Júlio Almeida, promotor de Justiça e coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente do Ministério Público Estadual, o novo órgão surge para somar forças e aprimorar o trabalho que já estava sendo realizado. Na semana passada, o próprio Ministério Público deu o primeiro passo em um projeto piloto também para a área ambiental. A Promotoria Regional de Defesa do Meio Ambiente, com sede em Gravataí, deve atuar especialmente nas bacias dos rios do Sinos e Gravataí. 
Delegada há 11 anos e também professora da Unisinos, Elisangela se considera uma apaixonada pela causa. Como diretora de ensino da Academia de Polícia, entre 2008 e 2010, trouxe o crime ambiental para a pauta dos alunos e, neste ano, trabalhou em um curso de aperfeiçoamento para policiais civis que rodou o Estado. Para ela, o trabalho em conjunto com entidades da sociedade civil e órgãos públicos como o Instituto Geral de Perícias, a Brigada Militar, a Fundação Estadual de Proteção Ambiental, a Polícia Federal e o Ministério Público são fundamentais: 
– Se queremos ser um país desenvolvido, não podemos apenas construir sem pensar nos impactos. Por isso, a sociedade precisa entender que os crimes ambientais têm gravidade e necessitam ser combatidos – diz a nova delegada.
Imagens: Arquivo Os Verdes
Leia em O Pioneiro

NOTA DE OS VERDES:
Com muita satisfação leio na imprensa gaúcha que está se realizando um sonho de diversos policiais amigos de Os Verdes, que durante anos aguardam pela abertura da DEMA/PC-RS.
Agora, assim como antes, com mais força e especialização, esta força policial irá ampliar seu leque de ações para coibir e investigar os crimes ao ambiente no Estado.
Em nome da REDE Os Verdes e milhares de simpatizantes de nosso Movimento, damos as boas vindas e desejamos sucesso pelo trabalho que será feito com ética e seriedade para a sociedade e a proteção do patrimônio ecológico dos gaúchos.
Saudações ambientalistas!

Júlio Wandam
GTCOM/REDE

Jussara Cony na SEMA? Os Verdes acreditam que algo será diferente

Jussara Cony na SEMA? Os Verdes acreditam que algo será diferente
Causou-me surpresa a indicação de Jussara Cony ao cargo de Secretária de Estado do Meio Ambiente e um alívio também por saber que uma farmacêutica de grande valor e bagagem política irá cuidar, entre outras atribuições, o meio ambiente do RS.
Seminário Plantas Vivas...
Durante anos em que minha mãe e pai votaram em Cony, sempre soube de sua ação política pela farmácia natural e pela sua intenção de 'espraiar' como diz o velho Olívio Dutra, suas propostas de criação de viveiros de plantas medicinais, destinadas ao tratamento de doenças comuns, quando um bom chá resolve o problema.
Não preciso e nem mesmo Os Verdes/RS se preocuparem com a ética e com a sabedoria desta mulher que irá comandar uma estrutura que, sucateada nos últimos mandatos de Governo, deixou de ser a referencia para proteger o ambiente gaúcho, para ser na verdade um dos articuladores dos grandes avanços da economia gaúcha, que acabaram criando situações no mínimo estranhas ao direito ambiental e a qualidade de vida oriunda da Carta Magna, quando em dado momento, tivemos o privilégio de assistir o CONSEMA advogando à favor de ‘papeleras’ e não aprovando documentos com aval técnico favoráveis a natureza.
Esta é só uma das lembranças, existem mais outras da realidade vivida pelo Estado frente a "flexibilização" de leis e normas, que agora poderão ter outro enfoque, menos nefasta as florestas gaúchas, local de proteção de inúmeras plantas, nem estudadas quem sabe sobre seu uso na medicina e na cura de doenças.
Pampa em perigo...
Neste caso, com a boa escolha e ascensão de Jussara Cony ao cargo maior da política de Estado para o meio ambiente, posso acreditar que algo será diferente, com mais prudência nas decisões, com menos influência política, que poderá ampliar a participação dos Colegiados ambientais de ONGs e da própria estrutura de controle social que deve, pela lei, reger e dirigir em conjunto as ações com o Estado.
Valorizar o papel do CONSEMA, bem como abrir à APEDeMA, MOGDeMA e outras Redes de ambientalistas organizadas com a finalidade de proteger a natureza, muitas vezes atacada por aqueles que detém o poder de protegê-la também.
E porque isso? No meu entender pela fragilização que ocorre em nome do avanço econômico, que acabou com estruturas do Estado e agora tendem a mexer na lei ambiental, visando mais avanços, em direção ao desconhecido.
O princípio da precaução, já preconizado na Carta Constitucional, deixado de lado quando no mundo urgem ações para cuidar do ambiente, aqui no Brasil querem acabar com as regras que mantiveram intactos morros, mangues, banhados, florestas, rios e outras áreas protegidas, para nelas avançarem com loteamentos, prédios, fábricas e outros empreendimentos. 
Tudo em nome do progresso, sem ordem 
Rios poluidos...
Tais avanços aqui no RS estão sendo danosos ao ambiente, com as plantações de eucaliptos, os despejos químicos e poluição nos rios, as barragens e o não pagamento pela água usada, mesmo com leis e normas aprovadas para o pagamento pelo uso do recurso natural.
Assim, teria muitas outras lembranças para buscar da última década ou mais, para alertar da necessidade de fazer diferente daquilo que o sistema já adotou como prática.
Mudar esta prática é promover uma ação que coloque os devidos pingos nos "is" e os culpados na cadeia se a Justiça assim decidir, pois o crime ambiental no RS tem ficado impune, não é de hoje e não por falta de culpados!
Banhados ameaçados...
O que acreditamos também, com a vinda de Cony, uma comunista convicta de seu papel como político, cidadã e profissional, é que será respeitada as instâncias que dão suporte ao trabalho de comandar um órgão da importância da SEMA, FEPAM, FZB, Zôo e outros departamentos técnicos, que deverão ser ouvidos de imediato para que Cony com um diagnóstico real da saúde do órgão ambiental do Estado, saiba o melhor remédio, de preferência natural que irá sanar e melhorar a estrutura, tirando o ambiente gaúcho da UTI urgentemente para que saibamos que existe cura para todos os males na política ambiental do RS. Oxalá, tenhas proteção e destemor para Salvar-nos!
Seja bem vinda e sucesso em seu novo desafio!
Júlio Wandam
Coordenador de Os Verdes/RS
 
GTCOM/REDE
Afiliada a APEDeMA/RS
Parceira de Yvy Kuraxó, Fundação RasgaMar e Fundação Villas-Bôas

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Fonte: BUZZ >> Via Nina Hsu >> postagem original de Neeraj Choudhary
Click na Imagem para ampliar

domingo, 28 de novembro de 2010

Parada Livre reúne milhares em Porto Alegre

Parada Livre reúne milhares em Porto Alegre 
Famílias e militantes gays pregam o respeito às diferenças 
Imagem: Jimmi Azevedo/Rádio Guaíba
Inúmeras apresentações garantiram a diversão no palco montado no parque da Redenção 
O parque da Redenção, em Porto Alegre, tomado de famílias, crianças, homens, mulheres e cães todos os gaúchos conhecem. Mas a tarde deste domingo (28) ganhou um colorido especial na 14ª Parada Livre da Capital gaúcha. Inúmeras apresentações e performances garantiram a diversão no palco montado. Em meio ao público, estimado em muito mais de 50 mil pessoas, drag queens, gays, lésbicas e transformistas eram o alvo de câmeras digitais de famílias que entraram no espírito dos direitos civis e humanos, independente da opção sexual.
Luci dos Santos, 75 anos, mãe de uma drag queen, era só elogios. 
– Ele é um filho maravilhoso, não tenho nada do que me queixar.  
O filho, a drag Ane Giradot, disse acreditar que manifestações como esta sejam exemplos de humanismo.  
– Isto mostra que felicidade e humanidade têm de estar juntas. Eu vejo que tu tens que conquistar espaço de respeito e de amor, que começa com a família. 
Leia mais no R7
Fonte: Correio do Povo

Islas Feroe, Récord en matanza de ballenas en 2010

 
 Islas Feroe, Récord en matanza de ballenas en 2010
Un total de 1.115 calderones o ballenas piloto, como son llamados comúnmente, han sido masacrados en las islas Feroe (Atlántico Norte) en lo que va de este año, hecho que se convierte en la matanza de ballenas más grande del mundo
Organizaciones ambientalistas y de bienestar animal, como la Sociedad Mundial para la Protección Animal (WSPA), están tremendamente preocupadas acerca del crecimiento de estas cacerías, ya que en 2010 se ha dado muerte a más ballenas que en cualquier otro año desde 1996 y aún más de estos animales podrían ser muertos antes del final del año. El promedio de los últimos diez años había sido 627 ballenas piloto.
 A pesar de que el gobierno argumenta lo contrario, la televisión de las Islas Feroe muestra claramente que los métodos brutales usados para matar a las ballenas no han mejorado y tienen el potencial de infligir un tremendo sufrimiento a las ballenas. 
Joanna Toole, gerente del programa de mamíferos marinos de la Sociedad Mundial para la Protección Animal, dijo: “El caos de dar muerte a grandes grupos de estas ballenas inteligentes y sociales resulta inevitablemente en una crueldad impresionante. Es completamente inaceptable que una comunidad tan moderna esté matando más de 1.100 ballenas de esta manera.”
 Read More >> Generaccion

BP Oil Catastrophe Mirrors Texaco-Chevron Amazon Disaster

BP Oil Catastrophe Mirrors Texaco-Chevron Amazon Disaster
 A pool of oil in Lago Agrio, an Ecuadorean town in the Amazon where Texaco is accused of having dumped millions of gallons of contamination in local rivers and lakes in order to save the company money. Chevron later purchased Texaco, and has inherited Texaco’s legal troubles 
Disaster in the Amazon
By Bob Herbert
BP’s calamitous behavior in the Gulf of Mexico is the big oil story of the moment. But for many years, indigenous people from a formerly pristine region of the Amazon rainforest in Ecuador have been trying to get relief from an American company, Texaco (which later merged with Chevron), for what has been described as the largest oil-related environmental catastrophe ever… 
“As horrible as the gulf spill has been, what happened in the Amazon was worse,” said Jonathan Abady, a New York lawyer who is part of the legal team that is suing Chevron on behalf of the rainforest inhabitants. 
It has been a long and ugly legal fight and the outcome is uncertain. But what has happened in the rainforest is heartbreaking, although it has not gotten nearly the coverage that the BP spill has. 
What’s not in dispute is that Texaco operated more than 300 oil wells for the better part of three decades in a vast swath of Ecuador’s northern Amazon region, just south of the border with Colombia. Much of that area has been horribly polluted. The lives and culture of the local inhabitants, who fished in the intricate waterways and cultivated the land as their ancestors had done for generations, have been upended in ways that have led to widespread misery.
 Read More >> Last Days of the Incas

Scientists Find Evidence Discrediting Theory Amazon Was Virtually Unlivable

Amazon Held Advanced, Spectacular Civilizations Prior to European Contact
Scientists Find Evidence Discrediting Theory Amazon Was Virtually Unlivable
SAN MARTIN DE SAMIRIA, PERU - To the untrained eye, all evidence here in the heart of the Amazon signals virgin forest, untouched by man for time immemorial - from the ubiquitous fruit palms to the cry of howler monkeys, from the air thick with mosquitoes to the unruly tangle of jungle vines…
Archaeologists, many of them Americans, say the opposite is true: This patch of forest, and many others across the Amazon, was instead home to an advanced, even spectacular civilization that managed the forest and enriched infertile soil to feed thousands.
The findings are discrediting a once-bedrock theory of archaeology that long held that the Amazon, unlike much of the Americas, was a historical black hole, its environment too hostile and its earth too poor to have ever sustained big, sedentary societies. Only small and primitive hunter-gatherer tribes, the assumption went, could ever have eked out a living in an unforgiving environment. 
Read More >> Last Days of The Incas
From >> The Washington Post

DENÚNCIA EM REDE: COMUNICADO DE LOS PUEBLOS

 BUENOS AIRES 29 DE NOVIEMBRE DE 2010
COMUNICADO DE LOS PUEBLOS
Nosotros las comunidades de Pueblos Originarios, del territorio hoy denominado Argentina, manifestamos nuestro enérgico repudio por las muertes de nuestros hermanos en el corte realizado en la provincia de Formosa, por el reclamo de territorio. Reclamo amparado no solo por nuestra presencia ancestral en estas tierras; sino también por leyes que no se cumplen.
Aquí queremos dejar en claro que no solo somos asesinados por las fuerzas represivas a las ordenes de los apropiadores de nuestras tierras y al amparo de este estado y de los gobiernos de turno; sino también por la discriminación, la contaminación de nuestra madre tierra y la hambruna a la que somos sometidos aun hoy en pleno siglo XXI, en este vasto territorio que es capaz de producir alimentos para 350 millones de habitantes.
Aun así vemos con absoluto dolor  y preocupación como nuestros chicos no solamente indígenas se encuentran en desamparo absoluto y son noticia solo cuando mueren de hambre. Vemos que se esta militarizando la protesta que termina con la sangre de nuestro pueblo derramada por ejemplo hermanos del pueblo mapuche-tehuelches, qom, diaguita, chorotes, tapietes, Mariano Ferreira, Carlos Fuentealba, los dos jóvenes asesinados en Bariloche y otros tantos que no son noticia , en función de los proyectos de continuidad de concentración de la riqueza y de la tierra, el proyecto navidad en Chubut, el desmonte de la yunga en Embarcación, los pozos petroleros, los campos de soja transgenica, y otros imposibles de enumerar.
Solicitamos en forma inmediata justicia por parte de los gobiernos de turno provincial y nacional, entendiendo que aun hoy no esta reconocido el genocidio al que fuimos y somos sometidos por los estados conformados a base de los grandes terratenientes, llamamos a la reflexión a aquellos que ostentan responsabilidad de Estado Presidenta y Ministros, para poner en practica justicia como deuda histórica con nuestros pueblos.
Por eso por que nuestra raza y nuestra sangre ha sido y es, parte de todas las luchas de los pueblos libres nos solidarizamos con todos aquellas organizaciones y familiares que perdieron hermanos y compañeros en esta lucha y convocamos al corte de ruta en todo el país para terminar con la entrega y las muerte en nuestras tierras.

CONVOCAN Y ADHIEREN
Pueblo Qom Colonia la Primavera, Comunidad nauoxo, 19 de abril qanaquitaxaq, mov. Comandante andresito,  Organización Napal-pi, Qom dal-laxaic, Ntauna’ nam qom,  Pueblo Mocovi El consejo mocovi (chaco), Pueblo Wichi, Pueblo Mapuche, Pu_cona-mapu Puerto Madryn (chubut) Meli-wixan-mapu  La Plata (Bs. As.)

ORGANIZACIONES SOCIALES
Secretaria de pueblos originarios de CTA regional la plata ensenada
Mesa promotora indígena de la constituyente social
Foro de pueblos originarios del NEA
Federación de cooperativas guarany de tartagal (salta)
Organización –Pró Indígenas /Yvy Kuraxo(Corazon de  la  Tierra) Brasil-
Liana Utinguassú /Presidente- Filiada Anistia Internacional/Membro del  Consejo Mundial de  Cidadania Planetária-CMCP/WCPC-Tocantins
El Movimiento Ecologista Verde/RS-Brasil

Nystickat - Skribent : Kajsa Bergman Fällén

Nystickat 
Skribent : Kajsa Bergman Fällén
 
Jag fryyyyyyser om huvudet så infernaliskt. Kanske inte så konstigt i kylan. Idag har jag i alla fall stickat mig en riktigt varm och skön mössa, en sån däringa Åre-mössa. Man tager väldigt tjocka stickor och ett nystan garn, stickar fram och tillbaka tills garnet är nästan slut, maskar av och syr ihop. Klart! Nike gillar också mössan som ni ser.
På tal om stickat och sådär, jag är nästan klar med ett par svarta blomvantar som ska auktioneras ut så fort jag är klar. Är det inte en perfekt julklapp så säg? Alla pengar ska in på insamlingen såklart. Jag återkommer om det när de är klara.
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Shell execs accused of 'collaboration' over hanging of Nigerian activist Ken Saro-Wiwa

 Shell execs accused of 'collaboration' over hanging of Nigerian activist Ken Saro-Wiwa
Oil giant Shell's relationship with Nigeria's former military dictatorship will face scrutiny this week as a New York lawsuit begins, reports Leonard Doyle in Washington
Read More > The Telegraph 

Muertos vivos: la estrategia de Shell cuando se la acusa de asesinato

Muertos vivos: la estrategia de Shell cuando se la acusa de asesinato
Documentos secretos de la compañía anglo holandesa Shell filtrados a la prensa revelan su estrategia “de manejo de crisis” enseguida de ser acusada por el asesinato del activista nigeriano Ken Saro Wiwa en 1995. Los planes de Shell para influenciar a los medios de comunicación, especialmente a la cadena británica BBC, y dividir a las organizaciones no gubernamentales, acaban de ver la luz.
Los archivos de Shell, difundidos por el diario británico The Guardian, describen su estrategia y plan de acción. Fueron acordados por altos ejecutivos en una reunión secreta en la ciudad inglesa de Ascot en enero de 1996. Allí se analizó inclusive el retiro de Nigeria y el cambio de nombre de la compañía a “Nueva Shell”, para contrarrestar la “mala publicidad” de ese momento. Los documentos eran altamente confidenciales, hasta ahora. 
Ken Saro Wiwa fue uno de los activistas asesinados por la dictadura nigeriana en 1995, fue colgado el 10 de noviembre de ese año. Era un poeta reconocido, fundador en 1990 del Movimiento para la Supervivencia del Pueblo ogoni, que se creó para protestar contra la contaminación de las petroleras en los territorios de la etnia ogoni en la zona del Delta del Níger. 
Los derrames petroleros y la quema de gas en Nigeria, especialmente a manos de Shell, son hasta el día de hoy de las mayores demostraciones de contaminación ambiental a nivel mundial. 
Saro-Wiwa encabezó las protestas y fue el portavoz de la resistencia, por lo que fue perseguido y arrestado en varias ocasiones, hasta que el régimen lo condenó a morir en la horca bajo cargos falsos de asesinato, con un proceso legal que no le permitió defenderse. 
Shell fue señalada como cómplice de la dictadura nigeriana en el ajusticiamiento y acusada desde varios sectores, con apoyo de organizaciones internacionales. De hecho, con el tiempo, los familiares de los activistas asesinados en 1995 hicieron un juicio contra la empresa, que en junio de 2009 fue forzada a pagar 15.5 millones de dólares de indemnización. Luego, a mediados de 2010, Shell rechazó dar nueva información sobre las fugas petroleras de sus oleoductos en el Delta del Níger.  
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El debate mapuche

Comunidades indígenas y académicos advierten sobre una ofensiva mediática y judicial contra los mapuches, que busca “demostrar” que vienen de Chile para negarles derechos sobre tierras argentinas. La avanzada contra el pueblo mapuche aparece en un contexto de creciente reivindicación de sus derechos (con el correlativo aumento de la conflictividad), el pedido de judicialización de los movimientos sociales y el reciente asesinato de un miembro del pueblo diaguita en Tucumán.
El debate mapuche 
Los mapuches provienen de Chile. Los mapuches mataron a los tehuelches, que eran indígenas argentinos, buenos y serviciales. Los mapuches no tienen derechos sobre los territorios que ocuparon. Los tres ejes conforman la cadena argumentativa utilizada en la Campaña al Desierto, que fue retomada con insistencia en los últimos meses por los grandes estancieros nucleados en la Sociedad Rural y los medios de comunicación que le son afines para exigir represión frente a los reclamos de los pueblos originarios. El mundo académico, que sobre la base de pruebas contundentes había dado por cerrado el debate, reaccionó primero con rechazo y luego con preocupación. “La Facultad de Filosofía y Letras de la UBA repudia la aparición de artículos periodísticos que desacreditan la preexistencia del pueblo originario mapuche, desconociendo legislaciones vigentes y la producción científica de las últimas décadas”, denuncia un comunicado del Consejo Directivo de esa casa de estudios.
La avanzada contra el pueblo mapuche aparece en un contexto de creciente reivindicación de sus derechos (con el correlativo aumento de la conflictividad), el pedido de judicialización de los movimientos sociales y el reciente asesinato de un miembro del pueblo diaguita en Tucumán. 
Crecencio Pilquimán tiene 73 años y siempre vivió en el Paraje Cerro Bayo, en el inhóspito desierto de Chubut. Es miembro de la comunidad aborigen Lagunita Salada, Gorro Frigio y Cerro Bayo. En 2007 tuvo que recurrir a la Justicia porque el Instituto Autárquico de Colonización (IAC) había cedido campos comunitarios a un estanciero de la zona. Según deja claro la Constitución Nacional, la Constitución Provincial y el Convenio 169 de la OIT, se debió consultar a la comunidad antes de decidir cualquier medida que pueda afectarla. Pero ni siquiera se le informó.  
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Brasil precisa substituir lixões por aterros sanitários até 2015

Lixão da Camélia na RBS TV - Imagem: Júlio Wandam/ Os Verdes de Tapes  
Lixão da Camélia, em Tapes-RS, opera sem licença
Brasil precisa substituir lixões por aterros sanitários até 2015
Regulamentação da PNRS – que tinha prazo de 90 dias, contados a partir de 2 de agosto – será concluída até o fim deste governo e assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Por Luana Lourenço - Agência Brasil
A implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), sancionada em agosto e ainda sem regulamentação, terá como grandes desafios a gestão compartilhada, o prazo para substituição de lixões por aterros sanitários e a ampliação e melhoria da produtividade da coleta seletiva. As metas foram listadas ontem (8) pelo secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Silvano Silvério.
Falta Educação para reciclagem...
O secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente, José Machado, disse que a regulamentação da PNRS – que tinha prazo de 90 dias, contados a partir de 2 de agosto – será concluída até o fim deste governo e assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O ministério já tem uma minuta do decreto e está discutindo o texto no governo e com entidades do setor de gestão de resíduos. A lei prevê a responsabilidade compartilhada na gestão dos resíduos sólidos e proíbe a manutenção de lixões em todo o país. Segundo Silvério, estados e municípios terão até agosto de 2011 para elaboração de planos de gestão de resíduos. Até 2015 o país terá que ter eliminado os lixões.
“O esforço inicial é para garantir a implementação de aterros. A lei dá quatro anos de prazo máximo para adequação de aterros e fim dos lixões”, disse o secretário durante apresentação no seminário Regulação e Gestão de Serviços Públicos de Manejo de Resíduos Sólidos: Aproveitamento Energético do Metano de Aterros Sanitários.
Lixão e chorume durante 27 anos
O governo deverá estimular projetos compartilhados entre municípios e estados e iniciativas intermunicipais, que têm custo operacional reduzido, se comparados com projetos individuais. Uma das orientações, segundo Silvério, será a criação de autarquias municipais ou intermunicipais de gestão de resíduos. “Queremos estimular a formação de consórcios públicos para gestão, isso otimiza investimentos e permite planejamento e gastos compartilhados”, comparou.
Evitar que os aterros voltem a se transformar em lixões por falta de gestão também é umas das preocupações do governo. Entre as possibilidade para garantir a sustentabilidade financeira dos empreendimentos estão o aproveitamento do metano liberado pelo lixo para produção de energia e a criação de estímulos fiscais vinculados à manutenção dos projetos. “O país tem que ter uma meta para recuperação de energia em aterros a partir do gás metano. Os planos [estaduais e municipais] terão que contar com a perspectiva de recuperar energia dos aterros”, sugeriu Silvério.
Durante a apresentação, o secretário também apontou a necessidade de ampliação e melhoria da qualidade da coleta seletiva. Dos 5.565 municípios brasileiros, somente cerca de 900 têm o serviço de coleta seletiva. E a produtividade é baixa: apenas 12% do que é coletado é de fato reciclado, segundo Silvério.
Fonte: Agência Brasil/EcoAgência