sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Hoy, Defendamos la Tierra el Agua y la Vida

Fonte: REDE Os Verdes/via Facebook

CRUDE - O real preço do petróleo

CRUDE - O real preço do petróleo
O filme revela a história épica de um dos processos judiciais mais controversos do planeta. Um olhar nos bastidores do infame caso "Amazon Chernobyl", que envoveu 27 bilhões de dólares, mostrando um drama real de alto risco envolvendo movimentos ambientais, políticas globais, ativismo de celebridades, defesa dos direitos humanos, a mídia, o poder das multinacionais e o rápido desaparecimento de culturas indígenas.
Apresentando uma situação complexa a partir de múltiplos pontos de vista, o filme subverte as convenções do cinema de questões judiciais ao examinar uma situação complicada de todos os ângulos, ao mesmo tempo que coloca em foco uma importante história de perigo ambiental e de sofrimento humano.
The film reveals the epic story of one of the largest and most controversial legal cases on the planet. An inside look at the infamous $27 billion “Amazon Chernobyl” case. It is a real-life high stakes legal drama set against a backdrop of the environmental movement, global politics, celebrity activism, human rights advocacy, the media, multinational corporate power, and rapidly-disappearing indigenous cultures.
Presenting a complex situation from multiple viewpoints, the film subverts the conventions of advocacy filmmaking as it examines a complicated situation from all angles while bringing an important story of environmental peril and human suffering into focus.
ASSISTA O FILME - LEGENDADO EM ESPANHOL
  
Direção Director
Joe Berlinger
Fotografia Cinematographer
Juan Diego Pérez
Edição/Editor
Alyse Ardell Spiegel
EUA / USA, 2009, 105'
Link do vídeo no Youtube:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=9dy5ohN18YE
Fonte: REDE Os Verdes/via Facebook

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Mulher viveu 738 dias na copa de uma árvore para evitar que espécie milenar fosse cortada

Mulher viveu 738 dias na copa de uma árvore para evitar que espécie milenar fosse cortada
Para combater a devastação promovida por uma empresa madeireira, a ambientalista Julia Butterfly Hill enfrentou variações climáticas, 60 metros de altura e precárias condições de vida
Por Henrique Almeida
Estamos numa época em que a preservação da natureza é essencial tanto para a vida do planeta Terra quanto à existência da humanidade. Entretanto, o que você está fazendo a respeito disso? Apenas curtindo e compartilhando páginas de campanhas ambientais em redes sociais? Ou comprando produtos com selos ecológicos no mercado? Para Julia Butterfly Hill, isso não é o bastante, pois a moça foi capaz de passar dois anos e oito dias na copa de uma árvore para salvar do desmatamento uma sequoia de 1.000 anos.
Tudo começou em 1997, após um deslizamento de terras que acarretou a ruína das casas próximas da Floresta Headwaters, na cidade de Strafford, na Califórnia (EUA). A tragédia se deu por conta de uma empresa madeireira, cujas atividades causaram a alteração do ecossistema local.
Sensibilizada com a situação de desamparo das pessoas do vilarejo e da degradação do bosque, Julia se aliou a ambientalistas e metalúrgicos locais para impedir a devastação da natureza. À medida que a derrubada de árvores progredia, a garota tomou uma atitude drástica: escalou uma sequoia milenar, de aproximadamente 60 metros de altura, e decidiu que só desceria quando fosse extinta a possibilidade de corte do espécime carinhosamente apelidado de Luna.
É óbvio que a corporação não deixou barato, arrastando o processo por 738 dias. Enquanto isso, a menina, ainda por volta dos 23 anos, enfrentou o tempo e o vento, além de tempestades e outras condições climáticas, para concluir sua missão de salvamento. Embora sozinha, Julia não estava solitária, pois teve o auxílio de uma equipe que lhe forneceu alimento, um fogareiro, uma bolsa hermética (para as necessidades fisiológicas) e uma esponja para se lavar com a chuva.
Apesar dos utensílios domésticos e de camping, a sensação de estar numa casa da árvore passou longe da moça, já que se abrigava (ou equilibrava?) em uma plataforma de somente 3 m², coberta por uma lona. Atualmente, comentários dando à Julia o título de “heroína” circulam pela internet, entretanto: “Sou uma mulher, me machuco. Sou real”, desabafa ela.
Na batalha, os madeireiros tentaram amedrontar Julia com a queima dos vegetais de tronco próximos à Luna, gerando uma fumaça que irritou os olhos e a garganta da moça. Assustada: “Eu chorei, chorei todo dia”, conta. Julia escutou os “gritos” de cada árvore e o baque delas após chegarem ao chão. “Não é só um barulho, é um sentimento. É um clamor que nos invade.”, comenta a ativista.
O passar do tempo fez com que o embate ganhasse o interesse internacional, uma vez que Julia utilizava painéis solares para manter funcionando a bateria de seu celular para dar entrevistas aos jornais e se manter informada. Em conjunto com o esforço da ambientalista, a exposição midiática e a pressão pública fizeram com que a empresa exploradora de madeira assinasse um documento de valor judicial no qual incluía Luna à lista das árvores a serem preservadas.
Em 1999, Julia pôde finalmente pisar no solo com a certeza de que sua “amiga” se manteria em pé. Entretanto, ainda que tenha obtido sucesso, a moça passou um longo período de instabilidade e sofrimento, transferindo suas emoções pela ponta de uma caneta, o que rendeu vários poemas escritos nas embalagens dos produtos que Julia consumia. Posteriormente, as escritas foram convertidas no livro The Legacy of Luna (O Legado de Luna, em português).
Esta é a história de Julia, que tem “borboleta” no sobrenome (tradução do inglês “Butterfly”.), porém, sem asas, conseguiu alcançar a altura de 60 metros para realizar o sonho de ajudar a conservar o meio ambiente.

HAITÍ: Brasil, Argentina y Uruguay están ahí para reprimirnos

HAITÍ: Brasil, Argentina y Uruguay están ahí para reprimirnos 
pero las minas son para Francia, Canadá y Estados Unidos
Palabras pronunciadas por el senador haitiano Jean Charles Moïse en la sala Paulina Luisi del anexo de Diputados del Palacio Legislativo de Uruguay, en nombre de las organizaciones sociales haitianas, en homenaje al ex diputado Guillermo Chifflet.
Henry Boisrolin:
Va dirigirles la palabra el Senador Moïse que va a hablar en creole por la simple razón que el video que están filmando lo vamos a pasar a Haití, donde la enorme mayoría del pueblo haitiano, todos, hablan creole y no francés. Yo voy a tratar de traducir al castellano.
Jean Charles Moïse:
Buenas tardes a todos. Estoy emocionado por el recibimiento tan caluroso desde que llegué aquí. Tengo una vida política larga. Empecé a luchar desde el liceo, después continué con algunos grupos campesinos. Fui intendente de mi ciudad en 3 oportunidades y dirigente de la Asociación Mundial de intendentes y durante dos años asesor del presidente Preval.
Hoy soy senador de la República de Haití. Tenemos una posición muy clara respecto de la situación actual del país, pero no vamos a detenernos en este tema, sino sobre la cuestión de la MINUSTAH.
Es un honor homenajear al diputado Guillermo Chifflet por su decisión de tanto coraje (renunció a su banca en repudio al voto positivo del Parlamento uruguayo para enviar tropas a Haití).
Sr. diputado, en nombre del pueblo haitiano y en el mío personal le damos las gracias por su acto de grandeza. Es un gesto que no encontramos tan fácilmente sobre esta Tierra. No hace falta esperar la muerte de alguien para rendirle homenaje.
Estaba en Haití cuando escuché hablar de su acto, y nunca pensé que podría encontrarme con Ud. Su acción me dio más coraje para seguir luchando. Una vez más, en nombre del pueblo haitiano le damos las gracias.
Ahora, vamos a hacer un pequeño resumen del accionar de la MINUSTAH.
Eso quizá va a ayudar a familiarizarnos con lo que está ocurriendo. Desde 1986 la comunidad internacional tiene un plan para Haití. 
Salvo en 1990, el pueblo haitiano no pudo desarmar ese plan. Habíamos elegido democráticamente como presidente a Jean Bertrand Aristide. Siete meses después, la comunidad internacional y la oligarquía haitiana lo derrocaron. Destruyeron el sueño del pueblo.
También en 2004 el pueblo haitiano volvió a elegir a Aristide y Francia, Canadá y Estados Unidos con un sector de la oligarquía, organizaron un grupo armado en República Dominicana, repartieron dinero en la Universidad y movilizaron a los narcotraficantes para masacrarnos y luego secuestraron al presidente Aristide y lo sacaron del país.
Esta misma comunidad internacional dijo que iba a ayudar al pueblo haitiano. Dijeron que iban a mandar tropas para estabilizar el país, que no nos intranquilizáramos porque se trataba de un pequeño grupo que iba a ir nada más por 6 meses. Esos 6 meses se transformaron en 10 años. Así Uds. pueden darse una idea de la situación en la cual nos encontramos.
¿Cuál es el resultado de esta permanencia?
Violación de los Derechos humanos, en Cabo Haitiano, por el supuesto robo de U$S 30, los soldados de la MINUSTAH colgaron a un joven haitiano, en Port Salud violaron a un joven, en Gonaives a otro.
Todos los años cambian los contingentes y quedan centenares de mujeres embarazadas de esta gente. Imagínense la cantidad de mujeres que parieron y los chicos que no tienen a sus padres.
Cuando se presenta algún problema de inseguridad en una zona, la MINUSTAH responde que no están para hacer ese trabajo, pero cuando el pueblo se levanta contra el hambre o reclama el derecho a votar, aparecen para reprimir.
Hay un grupo de soldados nepaleses que defecaron en baldes y aunque la MINUSTAH tiene suficientes herramientas para hacer un hueco y enterrar este material, sin embargo lo tiraron a un río donde la gente toma agua y se baña.
Así trajeron el cólera
En Haití no es como acá que la gente dispone de baños, no hay agua potable para todos, entonces utilizan el río. Esta enfermedad ya ha matado a varios miles. La MINUSTAH nos trajo el mal.
Haití fue el primer país independiente de la región y hemos ayudado a varios a tomar su independencia, hoy nos hace mal ver que esos mismos países han enviado tropas para ocuparnos. Evidentemente eso afecta nuestra dignidad como pueblo.
Considerando todos estos casos presenté una resolución en el Senado de la República de Haití y tanto los senadores próximos al gobierno como los opositores la han votado a favor por unanimidad.
La misma aclara que la decisión de enviar la MINUSTAH no fue pedida por Haití, sino una resolución de la ONU.
Ellos votaron la Convención de Viena que dice que no se pueden enviar tropas a un país sino está en guerra. En Haití no había guerra. La resolución tiene 15 considerandos y 6 artículos. Uno de ellos dice que el 23 de mayo de 2014, la MINUSTAH tiene que dejar Haití.
Con los U$S 900 millones que gasta la ONU en el mantenimiento de las tropas, sería preferible construir hospitales y escuelas y la cantidad de carros de asalto que pululan en la calle intimidando al pueblo haitiano, reemplazarlos por tractores para ayudar a los campesinos.
En la Policía Nacional, que ellos dijeron que iban a ayudar, hay dos promociones que salieron de la Academia de policía y no cuentan con armas.
Un policía haitiano cobra U$S 250 mensuales, si hubieran tenido realmente intenciones de ayudar, hubieran aumentado los efectivos, lo que hubiera permitido dar seguridad en todo el país.
Por todo lo que hemos dicho, consideramos que la comunidad internacional se está burlando del pueblo haitiano.
Las tropas brasileras, argentinas y uruguayas están en Haití para reprimirnos
Aparte de plantear esta resolución, nos transformamos en peregrinos para difundirla y viajamos a Brasil, Argentina, siete países africanos, próximamente estaremos en la ONU y hoy aquí.
Esta es una batalla que no solo debe ser llevada adelante por el pueblo haitiano, sino pueblo con pueblo.
Creo que se trata de una batalla difícil, pero nosotros tenemos determinación y los pueblos de la Tierra también, particularmente los pueblos cuyos gobiernos enviaron tropas a Haití.
La cuestión MINUSTAH no es simple. Hay una serie de intereses detrás y esto entra directamente en un plan global de la comunidad internacional.
Brasil, Argentina y Uruguay están ahí para reprimirnos, pero las minas son para Francia, Canadá y Estados Unidos Esos países tienen compañías mineras nacionales explotando las minas haitianas, entre tanto, la situación está degenerando y nosotros nos estamos organizando.
Saben muy bien que la cuestión de la ocupación, va de la mano con la globalización y el neoliberalismo. Los países que creen que fueron para ayudarnos, no lo están haciendo.
Hoy estamos en un momento que todos tienen que alzar la voz muy fuerte sobre esta cuestión.
Cuando los veo a todos Uds. reunidos aquí me da una gran alegría porque significa que tienen en cuenta la situación del pueblo haitiano. Imagínense que después del terremoto que costó la vida de 200.000 personas, un año después desataron la enfermedad del cólera, imagínense en qué situación nos encontramos.
Cuando escuchan hablar a la comunidad internacional que vienen a ayudarnos, sepan que es mentira.
Todos esos millones que dicen que nos van a dar, es mentira. Pueden ir a Haití y ver cuántas personas todavía viven en carpas, cuántos chicos están en las calles y no pueden ir a la escuela, pero todos dicen que nos están ayudando.
Eso nos parece ridículo. Estados Unidos ofreció dinero después del terremoto, todas las cadenas de TV estadounidenses se refirieron a U$S 450 millones para Haití y resultó ser un 30% para USAID, otro tanto en subsidios para los granjeros norteamericanos que exportan arroz y porotos, un 20% para los marines que dicen que fueron a ayudarnos, 10% para la República Dominicana que también está mandando ayuda. Solo queda 10% para los haitianos. Es ridículo.
Frente a todo esto necesitamos abrir los ojos
Para colmo Estados Unidos nos ha impuesto un presidente y un primer ministro. Ambos con nacionalidad norteamericana.
En cambio, el pueblo fue a votar y el Consejo Electoral haitiano dio los resultados diciendo la posición de cada candidato.
Mediante una nota de prensa, la Embajada de Estados Unidos aclaró que no estaba de acuerdo con este resultado y pusieron a alguien que salió quinto como presidente, y ese hombre está hoy entregando nuestras minas a las compañías mineras extranjeras.
Si no nos sentamos juntos para hablar, concertar pueblo con pueblo, corremos el riesgo de perder esta batalla. Con el apoyo de todos los pueblos la ganaremos.
Muchas gracias.
Desgrabación y edición: Mario Hernandez
Enviado por FERNANDO MOYANO
Fuente: Red Los Verdes/via Post@portenia

Vale dos Esquecidos

Vale dos Esquecidos
Vale dos Esquecidos é um documentário de longa-metragem que investiga a disputa por terra em uma remota região do Mato Grosso, onde o fogo é a principal arma usada entre grupos rivais: índios expulsos de suas casas, posseiros em busca de um pedaço de chão, grileiros invadindo terras ilegalmente, sem-terra esperando as decisões do governo, fazendeiros brigando para manter suas propriedades. Neste relato sobre a experiência universal da disputa por terra, e o impasse que normalmente a acompanha, um retrato duro dos personagens envolvidos nesta região, assim como da vítima comum, silenciosa, deste conflito: a Amazônia, consumida pelo fogo humano.

Nome Original: Vale dos Esquecidos
Direção: Maria Raduan
Lançamento: 2012
Duração: 72min
Qualidade: HDTV
Link do Vídeo no Youtube
http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=ziBQS3SOEoc

domingo, 13 de outubro de 2013

Ради Арктики Россия готова на международный скандал

Ради Арктики Россия готова на международный скандал
Еще никогда в мурманском следственном изоляторе не содержалось одновременно столько иностранных граждан. Тридцать активистов Greenpeace из 18 стран мира заключены под стражу. 
Им предъявлено обвинение в пиратстве, предусматривающее до 15 лет тюрьмы, пишет газета SonntagsZeitung.
Как сообщает издание, российские следователи  «показывают в деле усердие»: на прошлой неделе они заявили, что обнаружили на борту судна Arctic Sunrise наркотики. «Следствию очевидно, что ряду фигурантов будет предъявлено обвинение в совершении других тяжких преступлений», - заявил представитель Следственного комитета РФ Владимир Маркин.
«И снова внимание всего мира приковано к печально известной российской юстиции. Стране не выгоден международный скандал незадолго до зимних Олимпийских игр в Сочи. Но, с официальной точки зрения, пойти на уступки - значит дать слабину, причем в вопросе, который для руководства страны имеет большое значение: речь идет о влиянии в Арктике», - пишет журналистка газеты Юлия Смирнова.
На федеральных телеканалах об активистах Greenpeace говорят как об «экологических террористах», продолжает SonntagsZeitung . НТВ, к примеру, снял про Greenpeace разоблачительный фильм, который сама организация назвала ложью.
А популярный ведущий «Первого канала» Михаил Леонтьев заявил в одной из своих последних передач, что за любой акцией протеста активистов стоят некие «заказчики». «Зеленая антироссийская истерика по поводу экологии превосходит истерику по поводу геев», - заметил он. Неудивительно, что, согласно опросу «Левада-центра», 60% россиян поддерживают реакцию властей на акцию экологов, пишет автор статьи.
Но российские борцы за права человека критикуют действия руководства страны в отношении экипажа Arctic Sunrise. Член Совета по правам человека при президенте России Тамара Морщакова сообщила газете SonntagsZeitung, что совет намерен потребовать от прокуратуры проверки правовой основы дела. «Я лично не вижу здесь состава преступления», - призналась она. 
В поддержку экологов выступают и оппозиционные политики. «Для России это станет вторым делом Pussy Riot. Активистов нужно освободить, административного штрафа будет достаточно», - считает лидер партии «Яблоко» Сергей Митрохин.
Скоро в России будут обсуждаться предложения об объявлении амнистии в связи с 20-летием принятия Конституции Российской Федерации, пишет швейцарское издание. В открытом письме группа правозащитников потребовала амнистировать и арестованных активистов Greenpeace. Но председатель движения «За права человека» Лев Пономарев, относится к этому предложению скептически. По его мнению, дело Arctic Sunrise «слишком политическое». «Газпром» для России – это святое», - поясняет он.
Пока что Россия достаточно жестко отвечает на международную критику в свой адрес из-за ареста экологов. Так, вице-председатель комитета Госдумы по международным делам Александр Романович заявил: «Если Greenpeace продолжит свои антироссийские акции по всему миру, то следствие может пойти по нежелательному пути».
Источник: InoTV

sábado, 12 de outubro de 2013

5ª Marcha Nacional en Defensa de la Tierra, el Agua y los Bienes Naturales

5ª Marcha Nacional en Defensa de la Tierra, el Agua y los Bienes Naturales
Viernes 18 de octubre  a las 5 en punto por 18 de Julio desde el Obelisco hasta plaza Indepenadencia
A la soberanía y al territorio los defendemos con nuestra presencia en las calles
Somos trabajadores/as de la ciudad y del campo, empleados/as públicos, profesores, estudiantes, profesionales, productores agropecuarios, maestros/as, jubilados/as, desocupados/as, hombres y mujeres de nuestro país, pertenecientes a mas de 40 organizaciones sociales, colectivos y asambleas de vecinas/os preocupados por lo que hoy está ocurriendo en nuestro país
Hoy marchamos porque:
- Las políticas de estado que se aplican en el país están entregando nuestros bienes al capital transnacional, que saquea nuestra biodiversidad. Más del 25% de nuestro territorio se ha extranjerizado.
-  Se sigue expulsando a los pobladores del campo. Hoy la población rural no alcanza a los 180 mil habitantes, según el último censo.
-  Las empresas transnacionales que lucran con las megas plantas de celulosa expulsadas de Europa, hoy no solo presionan para acrecentar su producción, también pretenden extender su industria destructiva a nuevas Plantas.
Esto será, más contaminación de suelos y agua y más destrucción de nuestro ecosistema.
- Los monocultivos forestales y sojeros transgénicos, utilizan grandes extensiones  de tierras fértiles, contaminando y destruyendo nuestro ambiente, usando agro tóxicos de forma indiscriminada que nos envenena la tierra, el agua y el aire.
- La reciente aprobación de la "Ley de Minería de gran porte" condena a grandes áreas de nuestro país a su destrucción definitiva y a la expulsión de más productores y trabajadores, destruyendo la matriz productiva tradicional orientada a la producción de alimentos...
- La mega minera ARATIRÍ, implica un mineroducto de 200 km. Y un Mega Puerto en la costa de Rocha que destruya la mayor parte de las playas desde La Paloma hasta Punta del Diablo.
- En el Oeste de Montevideo se proyecta construir una Regasificadora, para solventar la inmensa cantidad de energía que la mega minera ARATIRÍ requiere, esto vinculado a un Puerto Logístico en Puntas de Sayago. Ambos proyectos afectaran irreversiblemente una zona de Montevideo densamente poblada.
Todos estos mega-proyectos al servicio del saqueo, se benefician de contratos secretos, de toda clase de exenciones impositivas y de zonas francas.
Por todo esto exigimos:
- Detener la entrega de nuestros bienes naturales al capital transnacional.
- Que las comunidades decidan qué proyectos productivos, sociales y culturales aceptan en sus territorios
- Respetar las 13.000 firmas recogidas en TACUAREMBO para instrumentar el plebiscito departamental. Habilitar a la Radio La Kandela FM y restituirle todos los equipos secuestrados
- Detener la expulsión de los productores y trabajadores del campo, promoviendo su regreso a la producción de alimentos
- No habilitar mas plantas de celulosa.
- No permitir ningún proyecto de minería-metalífera que destruya nuestro territorio.
- No al puerto de aguas profundas en El Palenque.
- No al puerto maderero en La Paloma.
- No a la planta Regasificadora y al puerto en Puntas de Sayago, en el oeste de Montevideo
- Detener la venta de lotes en nuestras costas, que solo favorecen la especulación inmobiliaria, expulsando a los pobladores
- No a la criminalización de la protesta. No más persecución ni represión a quienes no aceptamos pasivamente este modelo
Proponemos:
Soberanía alimentaria.
Tierra para quien la habita y trabaja con sus manos.
Un Uruguay verdaderamente natural.
Conservación y protección de la diversidad de nuestros ecosistemas naturales.
Desarrollo de puertos pesqueros, deportivos y turísticos amigables con el ambiente.
Estamos diciendo ¡¡ BASTA!! al modelo de país que se está Llevando adelante en  favor del capital financiero internacional que saquea nuestros bienes naturales.

No venderemos el rico patrimonio de los orientales al bajo precio de la necesidad.
¡Comunidad somos nosotros! 
LA TIERRA NO SE VENDE, SE DEFIENDE!
EL AGUA NO SE VENDE , SE DEFIENDE!
LA VIDA NO SE VENDE, SE DEFIENDE!
Asamblea Nacional Permanente en Defensa de la Tierra y los Bienes Naturales
Fuente: Postaporteñ@/via e-mail

Vespas gigantes matam 42 pessoas na China

Vespas gigantes matam 
42 pessoas na China 
Picadas podem causar reacções alérgicas e levar à falência múltipla de órgãos
Vários enxames de vespas gigantes foram responsáveis pela morte de 42 pessoas nas últimas semanas, de acordo com uma notícia da agência estatal chinesa. As autoridades registaram ainda cerca de 1600 feridos.
As vespas são de uma espécie asiática conhecida por "vespa mandarina" ou "vespa gigante asiática". Os insectos podem chegar aos cinco centímetros e as picadas podem causar reacções alérgicas e levar à falência múltipla de órgãos, provocando a morte.
Em Setembro e Outubro, estas vespas estão no período de acasalamento, o que as torna mais agressivas, mas a frequência dos ataques recentes pode também dever-se a um tempo mais seco do que o habitual.
As autoridades locais estão a executar um plano de prevenção e de tratamentos de emergência.
Aconselham as pessoas a andarem vestidas de forma a expor poucas partes do corpo e a não tentar afugentar os enxames, que tendem a reagir a movimentos.
“Quanto mais se corre, mais elas tentam perseguir”, disse aos media chineses uma das pessoas que foi picada. Um outro relato dá conta de um professor que tentou afugentar as vespas de uma sala de aula, até que acabou por perder a consciência na sequência das picadas.
Fonte: Publico.PT

Aquecimento global é inevitável e 6 bi morrerão, diz cientista

Aquecimento global é inevitável e 6 bi morrerão, diz cientista
James Lovelock, renomado cientista, diz que o aquecimento global é irreversível - e que mais de 6 bilhões de pessoas vão morrer neste século
Por Jeff Goodell
Aos 88 anos, depois de quatro filhos e uma carreira longa e respeitada como um dos cientistas mais influentes do século 20, James Lovelock chegou a uma conclusão desconcertante: a raça humana está condenada. "Gostaria de ser mais esperançoso", ele me diz em uma manhã ensolarada enquanto caminhamos em um parque em Oslo (Noruega), onde o estudioso fará uma palestra em uma universidade. Lovelock é baixinho, invariavelmente educado, com cabelo branco e óculos redondos que lhe dão ares de coruja. Seus passos são gingados; sua mente, vívida; seus modos, tudo menos pessimistas.
Aliás, a chegada dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse - guerra, fome, pestilência e morte - parece deixá-lo animado. "Será uma época sombria", reconhece. "Mas, para quem sobreviver, desconfio que vá ser bem emocionante."
Na visão de Lovelock, até 2020, secas e outros extremos climáticos serão lugar-comum. Até 2040, o Saara vai invadir a Europa, e Berlim será tão quente quanto Bagdá. Atlanta acabará se transformando em uma selva de trepadeiras kudzu.
Phoenix se tornará um lugar inabitável, assim como partes de Beijing (deserto), Miami (elevação do nível do mar) e Londres (enchentes). A falta de alimentos fará com que milhões de pessoas se dirijam para o norte, elevando as tensões políticas. "Os chineses não terão para onde ir além da Sibéria", sentencia Lovelock. "O que os russos vão achar disso? Sinto que uma guerra entre a Rússia e a China seja inevitável." Com as dificuldades de sobrevivência e as migrações em massa, virão as epidemias. Até 2100, a população da Terra encolherá dos atuais 6,6 bilhões de habitantes para cerca de 500 milhões, sendo que a maior parte dos sobreviventes habitará altas latitudes - Canadá, Islândia, Escandinávia, Bacia Ártica.
Até o final do século, segundo o cientista, o aquecimento global fará com que zonas de temperatura como a América do Norte e a Europa se aqueçam quase 8 graus Celsius - quase o dobro das previsões mais prováveis do relatório mais recente do Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática, a organização sancionada pela ONU que inclui os principais cientistas do mundo. "Nosso futuro", Lovelock escreveu, "é como o dos passageiros em um barquinho de passeio navegando tranqüilamente sobre as cataratas do Niagara, sem saber que os motores em breve sofrerão pane". E trocar as lâmpadas de casa por aquelas que economizam energia não vai nos salvar.
Para Lovelock, diminuir a poluição dos gases responsáveis pelo efeito estufa não vai fazer muita diferença a esta altura, e boa parte do que é considerado desenvolvimento sustentável não passa de um truque para tirar proveito do desastre. "Verde", ele me diz, só meio de piada, "é a cor do mofo e da corrupção."
Se tais previsões saíssem da boca de qualquer outra pessoa, daria para rir delas como se fossem devaneios. Mas não é tão fácil assim descartar as idéias de Lovelock. Na posição de inventor, ele criou um aparelho que ajudou a detectar o buraco crescente na camada de ozônio e que deu início ao movimento ambientalista da década de 1970. E, na posição de cientista, apresentou a teoria revolucionária conhecida como Gaia - a idéia de que nosso planeta é um superorganismo que, de certa maneira, está "vivo".
Essa visão hoje serve como base a praticamente toda a ciência climática. Lynn Margulis, bióloga pioneira na Universidade de Massachusetts (Estados Unidos), diz que ele é "uma das mentes científicas mais inovadoras e rebeldes da atualidade". Richard Branson, empresário britânico, afirma que Lovelock o inspirou a gastar bilhões de dólares para lutar contra o aquecimento global. "Jim é um cientista brilhante que já esteve certo a respeito de muitas coisas no passado", diz Branson. E completa: "Se ele se sente pessimista a respeito do futuro, é importante para a humanidade prestar atenção."
Lovelock sabe que prever o fim da civilização não é uma ciência exata. "Posso estar errado a respeito de tudo isso", ele admite. "O problema é que todos os cientistas bem intencionados que argumentam que não estamos sujeitos a nenhum perigo iminente baseiam suas previsões em modelos de computador. Eu me baseio no que realmente está acontecendo."
Quando você se aproxima da casa de Lovelock em Devon, uma área rural no sudoeste da Inglaterra, a placa no portão de metal diz, claramente: "Estação Experimental de Coombe Mill. Local de um novo hábitat. Por favor, não entre nem incomode".
Depois de percorrer algumas centenas de metros em uma alameda estreita, ao lado de um moinho antigo, fica uma casinha branca com telhado de ardósia onde Lovelock mora com a segunda mulher, Sandy, uma norte-americana, e seu filho mais novo, John, de 51 anos e que tem incapacidade leve. É um cenário digno de conto de fadas, cercado de 14 hectares de bosques, sem hortas nem jardins com planejamento paisagístico. Parcialmente escondida no bosque fica uma estátua em tamanho natural de Gaia, a deusa grega da Terra, em homenagem à qual James Lovelock batizou sua teoria inovadora.
A maior parte dos cientistas trabalha às margens do conhecimento humano, adicionando, aos poucos, nova informações para a nossa compreensão do mundo. Lovelock é um dos poucos cujas idéias fomentaram, além da revolução científica, também a espiritual. "Os futuros historiadores da ciência considerarão Lovelock como o homem que inspirou uma mudança digna de Copérnico na maneira como nos enxergamos no mundo", prevê Tim Lenton, pesquisador de clima na Universidade de East Anglia, na Inglaterra. Antes de Lovelock aparecer, a Terra era considerada pouco mais do que um pedaço de pedra aconchegante que dava voltas em torno do Sol. De acordo com a sabedoria em voga, a vida evoluiu aqui porque as condições eram adequadas: não muito quente nem muito frio, muita água. De algum modo, as bactérias se transformaram em organismos multicelulares, os peixes saíram do mar e, pouco tempo depois, surgiu Britney Spears.
Na década de 1970, Lovelock virou essa idéia de cabeça para baixo com uma simples pergunta: Por que a Terra é diferente de Marte e de Vênus, onde a atmosfera é tóxica para a vida? Em um arroubo de inspiração, ele compreendeu que nossa atmosfera não foi criada por eventos geológicos aleatórios, mas sim devido à efusão de tudo que já respirou, cresceu e apodreceu.
Nosso ar "não é meramente um produto biológico", James Lovelock escreveu. "É mais provável que seja uma construção biológica: uma extensão de um sistema vivo feito para manter um ambiente específico." De acordo com a teoria de Gaia, a vida é participante ativa que ajuda a criar exatamente as condições que a sustentam. É uma bela idéia: a vida que sustenta a vida. Também estava bem em sintonia com o tom pós-hippie dos anos 70.
Lovelock foi rapidamente adotado como guru espiritual, o homem que matou Deus e colocou o planeta no centro da experiência religiosa da Nova Era. O maior erro de sua carreira, aliás, não foi afirmar que o céu estava caindo, mas deixar de perceber que estava. Em 1973, depois de ser o primeiro a descobrir que os clorofluocarbonetos (CFCs), um produto químico industrial, tinham poluído a atmosfera, Lovelock declarou que a acumulação de CFCs "não apresentava perigo concebível".
De fato, os CFCs não eram tóxicos para a respiração, mas estavam abrindo um buraco na camada de ozônio. Lovelock rapidamente revisou sua opinião, chamando aquilo de "uma das minhas maiores bolas fora", mas o erro pode ter lhe custado um prêmio Nobel.

12 de octubre - Nada que Celebrar

12 de octubre - Nada que Celebrar
12 de octubre, antes se hacia hasta Misa, y parada militar, y saludos de toda la casta criolla. Tan es asi que en Lima existe el llamado Paseo Colon, donde hay un indigena de rodillas frente al Occidental. Hace poco Pizarro(Hernan Cortez) fue sacado de la Plaza de Armas, en medio de las protestas de los criollos. Hoy sin duda esos mismos criollos lanzarán sus discursos y uno de ellos es Cipriani y Alan Garcia, quien ordenó la carniceria del Frontón.
Pensar que vamos a olvidar las masacres de nuestros padres y abuelos es la fantasia que tienen en si los criollos.
Tomaron la posta del poder de España asesinando a nuestros lideres como Tupac Amaru, Tupac Catari, Mateo Pumacahua, los llamaron "proceres" en sus libros para contar que lo Occicental fue siempre "superior", y nosotros éramos gente sin virtud, sin nada que amar.
Ellos se robaron nuestras tierras, nuestras riquezas, y nos impusieron sus simbolos, banderas e himnos. Buscaron pervertir a nuestra nación pero no pudieron frenar que nuestra madre nos parieran aun en medio de la miseria. Y hoy hemos vuelto millones a recuperar nuestra identidad.
La agenda revolucionaria esta, y la revolución la llevamos a cabo, todo ira hacia abajo, idolos, santos, religiones, su poder su mediocre cultura que al lado de la nuestra se empequeñece.
Es cierto, aún ellos controlan los medios, manipulan lo que debemos o no aprender, y duele cuando un cusqueño llama "ruinas" a nuestros MONUMENTOS, porque sin ellos no existiriamos. La historia a contar es la historia de un pueblo sometido hasta hoy y que lucha dia a dia por defender lo que nos quedó: el agua, la dignidad, la humanidad que en nuestra creencias se consagran.

¡Hallalla pueblo andino!
Volvimos millones...
Fuente: Colectivo Dignidad/via Facebook

terça-feira, 1 de outubro de 2013

«Экология, политика и гражданское общество в современной России»

«Экология, политика и гражданское общество в современной России»
ЭКОЛОГИ И ГРАЖДАНСКИЕ АКТИВИСТЫ ВЫСТУПЯТ НА ЯБЛОКОВСКИХ ДЕБАТАХ-2013, ПОСВЯЩЕННЫХ ЮБИЛЕЮ АЛЕКСЕЯ ЯБЛОКОВА 
В субботу, 5 октября, в городе Московский состоится конференция «Экология, политика и гражданское общество в современной России» («Яблоковские дебаты-2013»). Мероприятие приурочено к 80-летию со дня рождения выдающегося биолога, одного из основателей фракции «ЗЕЛЕНАЯ РОССИИ» и члена Политического комитета РОДП «ЯБЛОКО» профессора Алексея Яблокова. 
Откроет конференцию Председатель партии «ЯБЛОКО» Сергей Митрохин докладом «Экология и политика». Основатель партии Григорий Явлинский выступит с докладом «Россия сегодня и завтра». 
На мероприятии в режиме свободного диалога состоится обмен мнениями по проблемам и перспективам развития зеленого движения и гражданского общества в России. 
Ожидается, что в конференции примут участие: председатель МХГ Людмила Алексеева, директор ГРИНПИС-Россия Иван Блоков, главный редактор газеты «Зеленый Мир» Марк Борозин, председатель Союза экологов Башкирии Александр Веселов, директор ЭкоЦентра «Заповедники» Наталья Данилина, сопредседатель Социально-Экологического Союза Андрей Затока, генеральный директор Центра охраны дикой природы Алексей Зименко, директор экоцентра «Дронт» Асхат Каюмов, лидер движения «Плотина.НЕТ!» Александр Колотов, лидер союза «За химическую безопасность» Лев Федоров, депутат Брянской облдумы Людмила Комогорцева, ректор Открытого Экологического Университета Валерий Петросян, глава движения «За права человека» Лев Пономарев, координатор Экологической вахты по Северному Кавказу Андрей Рудомаха, председатель «Зеленой Лиги» Сергей Симак, президент Фонда «Защита гласности» Алексей Симонов, председатель Союза экологических общественных организаций Москвы Андрей Фролов, лидер «Движения в защиту Химкинского леса» Евгения Чирикова, представители WWF Евгений Шварц и Игорь Честин, секретарь Общественного комитета защиты ученых Эрнест Черный.
Начало конференции в 13:00.

Аккредитация по телефону: 8 (495) 780-30-19. 


Конференция пройдет в городе Московский в Научно-методическом центре профсоюзов, 1-й Микрорайон д., 22/2. 

В 11:00 будет организован автобус от офиса партии «ЯБЛОКО» по адресу: ул. Пятницкая, 31/2, стр. 2. 

Via Os Verdes on VK