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terça-feira, 25 de julho de 2017

In Rwanda, Dr. Frank Habineza campaigned with great popular support

In Rwanda, Dr. Frank Habineza campaigned with great popular support
The Green Democratic Party of Rwanda is in full campaign to elect Dr. Frank Habineza, who is fighting for the country's re-democratization and economic development based on sustainability and the defense of the interests of the population.
For many years the Rwanda Green Party has been systematically hampered by various attempts to destabilize it and prevent it from competing.
After all laws and norms have been met by party members, now the Green Party is receiving great popular support in various towns and villages located in this nation that still remembers the civil war that Killed 800,000 people in 1994.
Concerned about the future of the nation, especially the young students receiving government-funded scholarships, Dr. Frank is studying ways to increase the amount currently paid by 300%.

Health policy and not of imprisonment
Habineza also told voters at his rally that he does not agree with rehabilitation centers which he called “prisons where youth are taken to be brainwashed.”
“That kind of child rights violation should stop. Our youth should not be treated like that,” he said.
Rwanda’s main rehabilitation Centre – Iwawa was established in 2010 and receives drug addicts mostly youth. While at the centre they receive counseling and psychologists help them to recover from reasons that pushed them into drugs, and vocational training to give them foundation after recovery.
Opposition to the Green candidate
Frank Habineza's campaign was also opposed by local leaders from some cities who were on the visiting agenda but were prevented from accessing the sites and also altering the places where they were to meet with the population.
Such attitudes demonstrate that even with proposals of importance to Rwandan society, especially to those less favored by basic public policies, there is some discomfort from segments that still make the Green Party candidate's election campaign 'very dangerous'.

Sources: Kigali Today; Bwiza.com; Newtimes.co.rw; Ktpress.rw

quarta-feira, 12 de julho de 2017

La victoria de Berta Cáceres: suspenden proyecto hidroeléctrico contra el que luchó en vida
La líder ambientalista Berta Cáceres, junto al Consejo Cívico de Organizaciones Populares e Indígenas de Honduras (Copinh), se opusieron férreamente a la implementación de éste proyecto debido a que amenazaba el patrimonio natural, cultural, económico y hábitat funcional del pueblo lenca en Honduras.

El Banco Holandés de Desarrollo (FMO) y el Fondo Finlandés para la Cooperación Industrial (FINNFUND) retiraron definitivamente su apoyo al proyecto hidroeléctrico Agua Zarca que impulsa la empresa Desarrollo Energéticos Sociedad Anónima (DESA) en Honduras. La construcción de este proyecto ha desatado persecución, amenazas y asesinatos entre los cuales figura el crimen contra la extinta ambientalista Berta Cáceres, quien a través del Consejo Cívico de Organizaciones Populares e Indígenas de Honduras (Copinh) combatió la imposición de la hidroeléctrica.

La decisión de suspender el polémico proyecto hidroeléctrico trascendió el pasado fin de semana, pero fue hasta este lunes que entró en vigencia de manera oficial, según informa El Libertador. Esta medida pone final a una historia trágica en Honduras que ha dejado tras de sí la muerte de varios indígenas y líderes del pueblo Lenca, entre otros, la reconocida Premio Goldman, Berta Cáceres.

A través de comunicado, la corporación Desarrollo Energéticos Sociedad Anónima (DESA), notificó que la suspensión del proyecto contribuirá a la reducción de conflictos en la zona donde se ubica el río Gualcarque, occidente de Honduras, donde se había fijado la base de este proyecto hidroeléctrico que produciría 21 megavatios de energía limpia. Asimismo en el documento, DESA ha manifestado que una parte de la comunidad estaba a favor de este proyecto porque ha generado empleos directos en algunas zonas de los departamentos de Santa Bárbara e Intibucá.

La líder ambientalista Berta Cáceres, junto al Consejo Cívico de Organizaciones Populares e Indígenas de Honduras (Copinh), se opusieron férreamente a la implementación de éste proyecto debido a que amenazaba el patrimonio natural, cultural, económico y hábitat funcional del pueblo lenca en Honduras.

Cabe recordar que la polémica entre la comunidad y las represas se agudizó luego que el 3 de marzo de 2016 individuos ingresaron en la medianoche en la casa de Cáceres para atacarla con varios disparos que le arrebataron la vida a la mundialmente reconocida ambientalista hondureña.

La comunidad nacional e internacional sigue observando al gobierno hondureño y de manera constante exigen castigo para los autores intelectuales del asesinato de Berta, de hecho, en el Congreso de Estados Unidos se impulsa la “Ley Berta Cáceres para la defensa de los derechos humanos en Honduras”.

La familia de la ambientalista se ha pronunciado con relación al cierre del proyecto hidroeléctrico y ve la decisión como un triunfo de Berta Cáceres y del pueblo Lenca, una hija de la fallecida había advertido a DESA: “Te vas porque te vas”, mientras demanda el esclarecimiento definitivo y castigo para todos los ejecutores del crimen que cegó la vida de una mujer que se distinguió como defensora del ambiente, por eso lo llaman “Guardiana de los ríos”.

Fuente: El Ciudadano

quinta-feira, 27 de abril de 2017

A criminalidade e o enfrentamento do 'problema'

A criminalidade e o enfrentamento do 'problema'
No último Natal e Final de Ano, nossa cidade viveu um momento atípico em sua história.
Um cidade pacata se vê refém de uma situação inusitada, e porque não dizer, estranha ao modo de vida local.
Foram mortes encomendadas, crimes bárbaros, assassinatos de dia e de noite, em vias públicas, em locais centrais da cidade ou na periferia que produziram um efeito de medo com um misto de apreensão e terror nunca antes visto.
Quase uma dezena de jovens, na sua maioria, até os últimos dias, foram mortos por envolvimento no crime organizado, não só aqui em Tapes, mas também na região, onde se misturam os criminosos, mostrando que para eles inexistem fronteiras de atuação e de localização.
Segundo o que se apurou, pelos meios de comunicação por onde temos acesso ao que ocorre na cidade e região, se constatou que eles (os bandidos) estavam no comando, e até cancelamento de eventos públicos aconteceram, mostrando que realmente, eles estavam amedrontando a sociedade e estavam tendo êxito.
O que mais chamou a atenção naquele período, foi o que se comentou durante semanas, onde a insegurança estava na pauta dos boatos e de notícias escritas, faladas e televisionadas e sobre o 'problema' que Tapes enfrentava, diante da realidade, onde a falta de empregos eram as causas para tanta gente migrando para o crime, e outras opiniões desconexas da verdadeira causa disso tudo, não só aqui, mas no Brasil como um todo.
O que não ouvi, li ou assisti pelos meios e nas Redes Sociais nas últimas semanas, foi alguém se lembrar do que ocorreu meses atrás, e parabenizar as forças policiais locais e regionais, pela enorme quantidade de prisões efetuadas, muitos, na sua maioria, ou senão, todas elas ligadas ao 'problema' do último final do ano.
Acompanho o que se publica em termos de notícias na região, em vários canais e meios, e nunca antes uma resposta das polícias foi tão eficaz e eficiente como tem sido, onde se derrubou a 'casa' de diversos criminosos, em diversos locais, aqui, nas cidades vizinhas e outras bem distantes.
De fato, o problema 'é a falta de emprego' o que possa ter motivado estas pessoas à buscarem esta alternativa de renda, que se mostra bem rentável, diante da quantidade enorme de bens acumulados por estes 'fora-da-lei'.
Mas não é só essa a realidade, e é outra 'a falta' que não se discute nos meios e pelos canais corretos, nas instituições certas, onde na escola não há meios de se realizar um bom trabalho de ensino, se os estudantes não tiveram a 'educação' necessária em seu meio familiar, onde deveriam educar seus filhos sobre coisas básicas, como: "Bom Dia", "Muito Obrigado", "com licença", "Por Favor", e outras palavras 'mágicas' que abrem diversas portas, menores digamos, mas com diferente caminho daquele 'portão' escancarado que existe para desviar os jovens do futuro.
Acredito numa tese de que existam duas categorias, que pelo o que sabemos, são as que menos investimento recebem dos poderes públicos que nos governam, e estes profissionais atuam de forma corajosa e destemida diante do 'problema' da sociedade.
Estão em duas pontas diferentes, mas ambas tem papel importante na diminuição e na contenção do 'problema', pois se na escola os professores não conseguirem frear e mudar os rumos de centenas, de milhares, milhões de crianças e jovens, serão nas ruas, nos becos, nas vielas e também nos grandes centros urbanos, até mesmo no 'seio da nação', onde estarão os 'fora-da-lei', os assassinos, os bandidos, que a Polícia vai enfrentar, vai prender e se houver reação, vai eliminar o 'problema' para a sociedade.
E quanto a raiz do 'problema', continuará crescendo, bem como as legiões de pessoas que continuarão na senda errada, sejam bandidos 'pé-de-chinelo', sejam até mesmo 'aqueles com foro privilegiado', que manterão o 'problema' e as ramificações da variada gama de lucros que o crime organizado amelheia, nas pequenas e pacatas cidades, ou nos grandes centros urbanos.
Bem dizia, décadas atrás o saudoso Darcy Ribeiro (1922/1997), com certeza filosofando sobre a ideia do filósofo Pitágoras (580/497 a.C.); "Eduquem as crianças, para que não seja necessário punir os adultos", lembrando ele o que seria o ideal para a sociedade; "Se os governantes não construírem escolas, em 20 anos faltará dinheiro para construir presídios".
Parece até profecia do Darcy Ribeiro, e ela está se cumprindo!

Por Julio Wandam
Ambientalista

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Dia do Índio no Brasil. Comemorar o quê?

Dia do Índio - Comemorar o quê com esta classe política que nos últimos 30 anos só envergonharam a nação dos brancos, dos negros e dos índios, donos desta Terra, que foi saqueada, destruída, contaminada, poluída e vilipendiada por esta 'corja' que Governou o Brasil neste período?

"Um dos principais avanços da nova Constituição foi o reconhecimento do direito dos índios à posse permanente de suas terras. Mas a determinação das terras que lhes pertenciam e o desmembramento das reivindicações concorrentes revelaram-se um negócio complexo e lento, com a demarcação oficial das fronteiras indígenas ainda em curso quase 30 anos depois que a nova Constituição se tornou lei.
Agora esse processo - longe de completo - foi interrompido pela administração Temer e pelo Congresso do Brasil, que são abertamente hostis à ideia de reconhecer mais terras indígenas.
Isso, naturalmente, tem grandes repercussões para os índios cujas reivindicações de terras ainda não foram resolvidas. Significa, por exemplo, que não há praticamente nenhuma chance de terminar o que uma missão do Parlamento Europeu chamou de "o genocídio do povo Guarani Kaiowá".
Conflitos com jagunços das fazendas que ocuparam terras indígenas
Cada vez que esses índios tentam reocupar suas terras tradicionais - o que acontece ao estarem ao lado de estradas federais - eles enfrentam ameaças de milícias privadas empregadas pelo agronegócio. Os Guarani Kaiowá foram torturados e assassinados e sofrem de altas taxas de desnutrição, alcoolismo e suicídio.
Como os movimentos sociais em todo o Brasil, os povos indígenas colocaram grandes esperanças no presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que em 2002 se tornou a primeira pessoa levantada na classe trabalhadora a ser eleita para o mais alto cargo do país.
Mas Lula não estava à altura dessas expectativas. Suas políticas sociais, amplamente elogiadas por lidar com o problema histórico do país de profunda desigualdade social, foram dirigidas principalmente aos pobres que vivem na periferia das grandes cidades. As dificuldades enfrentadas pelas comunidades indígenas e tradicionais nunca foram uma prioridade para Lula.
O líder Gersem Baniwa, do grupo étnico Baniwa no estado do Amazonas, resumiu bem o que muitos índios sentiam na época:
Lulla e Dilma foram os priores parceiros dos índios nas últimas décadas
"Depois de duas décadas de intensa luta pelo movimento indígena brasileiro e uma histórica conquista política pelo Partido dos Trabalhadores e Lula ... seria um prazer poder falar sobre os ganhos históricos ... feitos no campo dos direitos dos povos indígenas .

"Mas, infelizmente, esse não é o sentimento que prevalece entre os povos indígenas. Em vez disso, eles sentem decepção e dúvidas.

"O estado de espírito não é pior porque, graças aos recentes avanços, os povos indígenas já não colocam a sua esperança num partido ou um" salvador do país ", mas na sua própria força e capacidade de resistência, mobilização e luta".
Os dois mandatos presidenciais de Lula viram apenas 81 novos territórios indígenas criados - uma queda significativa em relação aos 118 designados durante os dois mandatos do predecessor, Fernando Henrique Cardoso (FHC), um presidente que os índios não tinham considerado aliado.
Em parte, o mau desempenho de Lula era justificável, já que FHC lidou com as indiscriminadas designações de território indígena, deixando seu sucessor para lidar com os casos mais complexos e problemáticos, que muitas vezes envolviam sérios conflitos.
Manifestações marcam mandatos de políticos antes aliados dos índios
As relações indígenas só pioraram sob a presidência de Dilma Rousseff, que assumiu o cargo em 2011. "Houve uma ruptura real na política indigenista dos governos de Lula e Dilma", disse Márcio Santilli, membro fundador do Instituto Socioambiental (ISA) e ex-presidente Da agência indígena do governo, FUNAI.
Durante o período de Dilma no governo, apenas 26 territórios indígenas foram criados, uma má exibição que teria sido pior se ela não tivesse assinado rapidamente decretos estabelecendo reservas durante os últimos dias de seu governo, quando ela sabia que seu impeachment era iminente.
As políticas indígenas de Dilma foram resultado da "expressão radical de uma estratégia quase desesperada para promover o crescimento econômico a qualquer preço", explicou Santilli.
Povos indígenas no Brasil à mercê de políticas de extermínio
"Além de reduzir drasticamente a taxa de estabelecimento dos territórios indígenas, seu governo manteve em grande parte presidentes temporários à frente da FUNAI e cortou o orçamento da agência.
Dilma também reduziu a taxa de atribuição de títulos de terra aos quilombolas e nas quais foram criadas unidades de conservação e assentamentos de reforma agrária.
Tudo isso mostrou, concluiu Santilli, que seu governo estava relutante em conservar a terra para fins sociais e ambientais e, em vez disso, apoiou o desenvolvimento econômico, em grande parte não-regulado, na Amazônia.
Belo Monte: investigações mostram o Rio de Propinas geradas na obra
O principal veículo de Dilma para desencadear o progresso econômico foi o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), um ambicioso programa governamental, anunciado pela primeira vez por Lula, que depois se expandiu muito durante seu governo. PAC resultou em enormes investimentos em projetos de rodovias, energia e recursos hídricos - tudo isso com o objetivo de aumentar as exportações e promover o crescimento econômico não regulado.
Cleber César Buzatto, diretor executivo do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), importante instituição católica que vem trabalhando com índios brasileiros desde 1972, disse que Dilma subordinava os direitos dos povos indígenas às exigências do PAC:
Brasileiros, como em São Paulo, protestaram em defesa dos índios
"Um bom exemplo disto foi a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará", afirmou.

Os impactos indígenas da hidrelétrica de Belo Monte - um dos maiores do mundo - foram tão graves que em 2015 Thais Santi, promotor do Ministério Público Federal (MPF) independente em Altamira, disse a Mongabay:
"Há um processo de extermínio étnico em curso em Belo Monte pelo qual o governo federal continua com a antiga prática colonial de integrar os índios na sociedade hegemônica".
O MPF está atualmente processando a empresa de construção civil Norte Energia pelo crime de etnocídio contra as comunidades indígenas do Rio Xingu.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

O tamanho do roubo descarado na nação Brasileira

O tamanho do roubo descarado 
na nação Brasileira
Será que os brasileiros tem ideia do que significa, em volume, tamanho, não sei, o valor de R$ 1.000.000,00 (Um milhão de Reais)?

Sim, Um milhão apenas!

Agora, será que algum brasileiro, ou instituição, também não sei, parou algum dia nos últimos anos, ou quem sabe na última semana, para não voltarmos tanto no passado recente, e com uma calculadora na mão, somasse os valores apresentados nos noticiários da televisão, onde muitos milhões do dinheiro público são desviados para bancar os corruptos que se instalaram no poder político deste país?
Alguém já somou o que o político Beltrano ganhou, uma merreca de R$ 10 milhões, com o que o deputado Fulano recebeu de propina, na ordem de R$ 120 milhões, e também o que o Ministro Sicrano ganhou para facilitar as coisas, uma bagatela de R$ 200 milhões, com o que os partidos receberam de Caixa 2 na eleição, com mais a propina dividida entre os que votaram determinada lei que favoreceu alguém no Congresso ou no Senado, e chegar a conclusão/soma de que estamos mesmo vivendo o Fim dos Tempos e ainda não acordamos para a realidade.

Poucos dias atrás, assisti no noticiário que uma instituição hospitalar pública, estava fechando as portas por não terem o valor de 30 milhões para pagar fornecedores, funcionários e insumos normais de um centro de saúde. Isso é menos de 10% do que está hipoteticamente citado ali em cima no texto, se você somar os valores. Mas é muito mais, em alguns casos, são bilhões de reais que foram desviados pela corrupção.
Pois isso está sendo incomodo de assistir e se conformar.
Impossível se conformar com esta realidade que está sendo mostrada diariamente pelos meios de comunicação, onde as pessoas não tem ideia dos montantes que noticiam, que estão sendo desviados de suas verdadeiras necessidades para a população de mais de 200 milhões de pessoas, de brasileiros, de norte a sul que estão sendo roubados de dia e de noite, os 365 dias do ano.

E o problema maior disso tudo, é o próprio silêncio obsequioso que a população está acostumada, inserida numa cultura de aceitação, de cabresteio que lhe imputa uma condição de ser ilegal até mesmo se manifestar, de cobrar seus direitos, de cumprir seus deveres então, ficam longe, e o pior de tudo, de se calar por ser o Povo, que parece, só é Legal quando votam, depois passam à serem Ilegais, e se cobrarem um país mais justo, honesto, probo e diligente com sua população, estarão pregando num deserto repleto de cegos, mudos e surdos.
Não é fácil de continuarmos na mesma condição em que nos encontramos hoje, sendo dilapidado o cofre público, sendo destruída nossas reservas de riquezas naturais, minerais, hídricas, e tudo aquilo que nos mantêm vivos neste país e planeta, inclusive a esperança de que este Brasil tenha algum futuro para os filhos desta nação.

Da forma como está, estamos sem freios capazes de impedir o que está pela frente, o que já foi previsto pelos nossos mestres ecologistas em muitos escritos que poderão no futuro servir para mostrarmos a sociedade do futuro, que não foi por falta de alertas, onde atingimos o ápice de nosso desenvolvimento, e logo após, conhecemos a queda abissal da antiga sociedade consumista, acéfala, ignorante e calada diante do desastre anunciado.

Por Julio Wandam
Ambientalista

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

El Primer Encuentro Internacional Ruta de Palmares se realizará en Colón

El Primer Encuentro Internacional Ruta de Palmares se realizará en Colón
El “Primer Encuentro Internacional Ruta de Palmares” se llevará a cabo desde el 9 al 10 de agosto de 2016 con el objetivo de intercambiar experiencias entre argentinos, brasileños y uruguayos, sobre la conservación de las Palmeras Yatay y el uso sustentable de las mismas en la artesanía  y la gastronomía.
En el encuentro participará una delegación del sur de Brasil, más precisamente de Giruá, una localidad donde se realiza desde hace diez años la Fiesta de la Butia (sub clase de palmeras a la que pertenecen las típicas yatay de la zona donde se ha avanzado en darle a un valor agregado utilizando sus hojas en la creación de artesanías y sus frutos para la elaboración de distintos alimentos. Estos usos que también se han implementado en los últimos años en la zona y el intercambio de experiencias serán de gran importancia. Así lo han planteado las autoridades del Parque Nacional el Palmar, entidad organizadora del evento junto a las comunidades de la Microrregión Tierra de Palmares.
Actividades
El 9 de agosto por la mañana, en el Parque Nacional el Palmar, habrá una jornada técnica sobre la conservación de los palmares. Ese mismo día, en el Salón de Usos Múltiples (SUM) de Ubajay, habrá dos talleres dictados por especialistas brasileños sobre artesanías en hojas de palmeras y otro de gastronomía en los que se enseñará cómo utilizar el fruto de las Yatay.
Los talleres tienen un ingreso libre y las actividades son dirigidas a todo el público.
Considerando la presencia del mismo tipo de palmeras en el Uruguay; se ha invitado también a técnicos, autoridades y público en general de Paysandú.
Al cierre del encuentro, los organizadores mantendrán una reunión para evaluar las jornadas y estudiar la posible implementación de un corredor turístico internacional de las palmeras.
Inscripciones
9 de agosto de 2016: para participar en esta jornada, dirigirse a la inscripción en área de Turismo de la Municipalidad de Ubajay.
Inscripciones: elpalmareducacion@gmail.com o al (0345) 4905090
10 de agosto de 2016: para participar en esta jornada, dirigirse a la Dirección Municipal de Turismo de Colón.

Lugar: Salón del Bicentenario – Colón (Boulevard Gaillard 179)
Inscripciones: info@colonturismo.tur.ar o al (03447) 426040
Dirección Municipal de Turismo
Colón, Entre Ríos
www.colonturismo.tur.ar
Twitter: @colonturistica
Facebook: turismoencolon

sábado, 9 de julho de 2016

Minha experiência com o revezamento da "Troxa Olímpica"

Minha experiência com o revezamento da "Troxa Olímpica"
Por Jone César Silva
Em 20 de junho, em nosso projeto, houve um atraso de duas horas na chegada da equipe "olímpica" Manaus/RJ que superlotou e quase afundou nosso Flutuante "Amigos do Boto" (ele tem menos de 40 metros quadrados, desconsiderando a casinha, que não foi usada).
Os "Olímpicos" foram escoltados por uma frota gigante da Marinha Brasileira (só faltaram corvetas e submarinos). Havia mergulhador de plantão, um monte de "Soldados Universais" programados para cuidar da chama como se fosse o Santo Graal emanando a chama do divino poder superior intergaláctico abençoado pelo Deus Hefesto.
O barco da Polícia Civil, aparentemente com o a corporação inteira, e o barco de bombeiros, da Guarda Nacional, Barco Ambu-lancha e gente arrogante do Comitê Olímpico que tratou com menosprezo a Prefeita do município de Iranduba (onde se encontra nosso flutuante) e sua equipe. 

Mais de uma dezena de barcos circulando os botos e causando exaustão em nosso colega que nadou com a tocha por quase 40 minutos (cada tocha ficava acesa por 20 minutos, foram usadas duas) para que a equipe de fotógrafos e cinegrafistas "oficiais" pudessem registrar os melhores momentos dos botos saindo para fora d'água em busca de um peixe.
Um dia antes, preparamos nosso boto inflável de 15 metros de comprimento que já foi utilizado pela nossa organização (AMPA / INPA) em outras campanhas de proteção aos botos da Amazônia, e ouvimos com clareza auditiva o pessoal do Comitê Olímpico falando para os fotógrafos e cinegrafistas evitarem de filmar ou fotografar o nosso boto.
E, para fechar com chave de ouro, assassinaram a mascote do Comando Militar da Amazônia (CMA), a onça-pintada Juma, que participou do revezamento da tocha (sem autorização do IBAMA nem do IPAAM).
Provavelmente esta onça tenha sido abatida pelo stress causado pelo mesmo frenesi humano e irracional utilizado no planejamento deste revezamento, que eu presenciei no dia de hoje.
Outra coisa legal, "para finalizar". Nosso amigo que citei, que carregou e nadou com a tocha, é um ribeirinho que vive às margens do rio Negro, possui sete filhos e vive com sua esposa, sobrevivendo com o dinheiro que ganha eventualmente da atividade de turismo com botos, às vezes pode receber muitos turistas, mas por semanas pode não receber nenhum.
O Comitê Olímpico cobrou R$ 500,00 (QUINHENTOS reais) para que ele ficasse com a camiseta oficial (confeccionada com o tecido do Santo Sudário, sem dúvida) que utilizou durante sua "apresentação" voluntária, para qual teve que treinar por alguns dias, porque o Comitê achou "mais legal" colocá-los em uma prancha de SUP - "Stand Up Paddle", ao invés de uma canoa tradicional de ribeirinhos da Amazônia.
A "Troxa Olímpica de Hefesto" foi oferecida para ele por uma bagatela de R$ 2.200,00 (DOIS MIL e duzentos pilas).
Enfim, encerrou o circo, os simpáticos organizadores e seus "Soldados Universais" entraram no comboio das Forças Armadas do "Bràzyú", e apenas uma pessoa do Comitê se despediu de mim, particularmente, um português de Lisboa, que me deu um simpático tchau e um aperto de mão, talvez pela vergonha ou remorso de ser descendente de nossos colonizadores e ter presenciado a nossa invejosa organização olímpica.
Esta é minha opinião e conclusão pessoal do que eu assisti hoje. Esta declaração não se estende à opinião alheia dos colaboradores da minha organização e muito menos um posicionamento institucional da mesma.
A noticia boa é que esqueceram de levar a camiseta do Santo Sudário de R$ 500,00...
Querem saber mais sobre a onça, leiam na BBC:

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Organizações Salvadorenhas se pronunciam pelo assassinato da liderança indígena Berta Cáceres em Honduras

Organizações Salvadorenhas se pronunciam pelo assassinato da liderança indígena Berta Cáceres em Honduras
A Coordenação Indígena Salvadorenha realizou uma Conferência de Imprensa para denunciar as motivações e autores do assassinato da líder indígena Berta Cáceres (47 anos) e que foi morta por estar mobilizando as comunidades indígenas e organizações sociais de seu país. 
O objetivo era barrar com as atividades de empresas interessadas na exploração dos recursos naturais e contrária a instalação de uma hidroelétrica sobre um rio na parte ocidental de Honduras.
O assassinato, realizado por um matador de aluguel, a mando de um oficial do Exército, que intermediou a ação com um Gerente da empresa dona da Hidroelétrica, teve a prisão de todos os envolvidos, que agora aguardam pela sentença.
Segundo a ONG Waste Less Future, com Berta Cáceres, são hoje mais de 116 ambientalistas ativistas mortos em um ano na América Latina.
A morte da ativista de Honduras, Berta Cáceres, apenas uma semana depois de ter sido ameaçado por se opor a um projeto hidrelétrico, é uma tragédia inqualificável, mas não é a única.
Ela é a mais recente vítima de uma longa linha em Honduras, desde o golpe que derrubou o presidente reformista Mel Zelaya em 2009. O co-fundador do Conselho dos Povos Indígenas de Honduras (COPINH) foi morto a tiros por homens armados que entraram sua casa em La Esperanza em torno de 1:00 na quinta-feira. Alguns relatos dizem que havia dois assassinos; outros sugerem 11. Eles escaparam sem serem identificados, depois de também ferirem o ativista mexicano Gustavo Castro Soto.
No ano passado, Cáceres - que é membro do grupo indígena Lenca, o maior em Honduras - recebeu o Prêmio Ambiental Goldman por sua oposição a um dos maiores projetos hidrelétricos da América Central, a cascata de Agua Zarca de quatro represas gigantes na bacia do rio Gualcarque.
O assassinato de Berta Cáceres, aumenta o temor dos ambientalistas, que têm sido historicamente alvo por suas ações ativistas, e por falarem sobre a injustiça ambiental que está colocando em risco comunidades.
Em abril de 2015, a ONG Global Witness publicou um relatório que mostrou que as mortes de ativistas ambientais estão aumentando, com as comunidades indígenas sendo as mais atingidas. 
O relatório caracterizou Honduras como o país mais perigoso para atuar como um defensor do meio ambiente. Os pesquisadores descobriram que, em 2014, pelo menos 116 ativistas ambientais foram assassinados. Destes, os maiores percentuais estavam protestando contra as atividades das empresas de energia hidrelétrica, mineração e agronegócio.
A Global Witness compilou um mapa das mortes no país, dando uma imagem surpreendente dos perigos que enfrentam os ambientalistas de todo o mundo. O mapa pode ser acessado neste link 
Em contraste com o ambientalismo fácil e glamouroso que domina muitos países ocidentais, os movimentos ambientalistas populares no mundo em desenvolvimento ainda enfrentam ameaças letais.
Isto evidencia, uma vez mais, que o direito de um ambiente seguro, saudável e ecologicamente equilibrado, que é um direito humano em si mesmo, é um direito humano que é freqüentemente violado, especialmente para os povos indígenas.

Por Julio Wandam
Ambientalista
Com Informações de Waste Less Future, Global Witness e Coordenação Indígena Salvadorenha

El Gerente, el Mayor y el Sicario que planearon la muerte de Berta Cáceres

 
El Gerente, el Mayor y el Sicario que planearon la muerte de Berta Cáceres

POR OTTO ÁNGEL

El asesino material de la activista hondureña Berta Cáceres confesó que la había asesinado por solicitud de un oficial del ejército del vecino país quien fue contratado por el gerente de una hidroelectrica. 
La confesión refrenda la acusación de la fiscalía que investigó el caso y que publica el rotativo El Heraldo de Honduras.
Edilson Duarte, de 25 años, fue identificado por la Agencia de Investigación Técnica hondureña como el sicario que disparó contra la dirigente que pedía que no se construyera una hidroeléctrica sobre un río en la parte occidental de Honduras.
Pero Duarte no actuó solo. La explicación dada a los investigadores especifica que la decisión del matar a Cáceres salió de la oficina del Gerente de la generadora energética en cuestión.
Sergio Rodríguez, el gerente antes mencionado, habría contactado al mayor Mariano Diaz quien servía de instructor en la Policía Militar de Orden Público y Miembro de las Fuerzas Especiales del Ejército hondureño. La información hasta aquí fue provista también por otras fuentes investigadas.
El instructor castrense y quien irónicamente era el que tenía los contactos con sicarios para cumplir con la orden del asesinato fue “conectado” gracias al Jefe de Seguridad de la Hidroelectrica, Douglas Bustillo, otro militar que ya había sido denunciado por la misma Berta Cáceres.
Militares delincuentes (o la historia recurrente en Centroamérica)
Bustillo y Diaz tomaron como tarea diseñar, a partir de la inteligencia que recolectaron del actuar de Cáceres, un plan de ataque contra la lidereza ganadora de varios reconocimientos internacionales por su lucha por los derechos humanos y el respeto a la naturaleza en Honduras.
Concluido este plan, el instructor contrató al sicario y le trasladó el plan diseñado para la muerte de ella. Esa planificación se ejecutó el 3 de marzo, y a probablemente a expensas de algunas autoridades. La misma empresa circuló la versión de que el asesinato tenía relación con asuntos pasionales. Ahora se entiende porqué algunas autoridades eran denunciadas por Cáceres mientras mantuvo su lucha para que no se construyera la represa Agua Zarca.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

A Terra, Um Planeta Vivo

A Terra, Um Planeta Vivo

A terra é um planeta vivo no qual muitos sistemas complexos atuam perfeitamente e de forma contínua, sem pausas. Quando comparada a outros planetas, é evidente que em todos os seus aspectos a terra é especialmente projetada para a vida humana. Apoiada em equilíbrios delicados, a vida prevalece em cada ponto desse planeta, da atmosfera até as profundezas da terra.

Explorar apenas uns poucos dos milhões desses equilíbrios delicados seria suficiente para mostrar que o mundo em que vivemos é especialmente projetado para nós.



Um dos equilíbrios mais importantes em nosso planeta é revelado na atmosfera que nos cerca. A atmosfera da terra contém os gases mais apropriados na proporção mais adequada para a sobrevivência não somente de seres humanos, mas também de todos os seres vivos na terra.

Os 77% de nitrogênio, 21% de oxigênio e 1% de dióxido de carbono, assim como outros gases disponíveis na atmosfera representam os números idéias necessários para a sobrevivência de seres vivos. O oxigênio, um gás que é vital para os seres vivos, ajuda a queimar o alimento e convertê-lo em energia em nossos corpos.

Se a quantidade de oxigênio na atmosfera fosse maior que 21%, as células em nosso corpo logo começariam a sofrer grandes danos. A vegetação e moléculas de hidrocarboneto necessárias para a vida também seriam destruídas. Se essa quantidade fosse menor, então causaria dificuldades em nossa respiração e o alimento que comemos não seria convertido em energia. Consequentemente, os 21% de oxigênio na atmosfera é a quantidade mais ideal determinada para a vida.

Outros gases como nitrogênio e dióxido de carbono também estão organizados na quantidade ideal para as necessidades de seres vivos e a continuidade da vida. A quantidade de nitrogênio na atmosfera tem a proporção ideal para equilibrar os efeitos prejudiciais e combustíveis do oxigênio.


Essa proporção representa o valor necessário mais apropriado para fotossíntese, que é essencial para o suprimento de energia da vida na terra. Além disso, a quantidade de dióxido de carbono tem o valor necessário mais apropriado para manter a estabilidade da temperatura da superfície da terra e prevenir perda de calor, especialmente à noite.

Esse gás, consistindo 1% da atmosfera, cobre a terra como um manto e previne a perda de calor para o espaço. Se essa quantidade fosse maior a temperatura da terra aumentaria excessivamente, causando instabilidade climática e apresentando uma séria ameaça aos seres vivos.

Essas proporções permanecem constantes graças a um sistema perfeito. A vegetação que cobre a terra converte o dióxido de carbono em oxigênio, produzindo 190 bilhões de toneladas de oxigênio diariamente. A proporção de outros gases é mantida sempre constante na terra com a ajuda de sistemas complexos interconectados. Dessa forma a vida é sustentada.

Além do estabelecimento da mistura de gases ideal necessária para a vida na terra, os mecanismos necessários para preservar e manter essa ordem também foram criados. Qualquer rompimento no equilíbrio, ainda que instantâneo, ou qualquer mudança nas proporções mesmo que por um curto período de tempo, significaria a destruição total da vida. Ainda assim, isso não acontece. A formação desses gases na atmosfera na quantidade exata que as pessoas precisam e a preservação constante dessas proporções indica uma criação planejada.


Ao mesmo tempo, a terra tem o tamanho ideal em termos de magnitude para possuir uma atmosfera. Se a massa da terra fosse um pouco menor sua força gravitacional seria insuficiente e a atmosfera se dispersaria no espaço. Se a massa fosse um pouco maior a força gravitacional seria muita e a terra absorveria todos os gases na atmosfera. Existe um número incrivelmente alto de condições exigidas para a formação de uma atmosfera como a que o nosso mundo atualmente tem e todas essas condições devem existir simultaneamente para que exista vida.

A criação dessas proporções e equilíbrios delicados no céu é mencionada no Alcorão:

“E elevou o firmamento e estabeleceu a balança.” (Alcorão 55:7)

A maioria das pessoas passa suas vidas sem se conscientizarem dos equilíbrios delicados e ajustes sutis na composição de gases da atmosfera, a distância do mundo em relação ao sol ou os movimentos dos planetas.
São ignorantes do grande significado desses equilíbrios e ajustes para suas próprias vidas. Entretanto, mesmo um desvio pequeno em qualquer desses arranjos criaria problemas muito graves em relação à existência e sobrevivência da humanidade.


Existem muitos outros equilíbrios estabelecidos na terra para a continuidade da vida.

Por exemplo, se a gravidade da superfície fosse mais forte do que a atual a atmosfera reteria muito mais amônia e gases metano, o que significaria o fim da vida. Se fosse mais fraca, a atmosfera do planeta perderia muita água e a vida na terra seria impossível.


A espessura da crosta terrestre constitui outro desses equilíbrios delicados na terra. Se a crosta terrestre fosse mais espessa, muito oxigênio seria transferido da atmosfera para a crosta e isso teria efeitos sérios na vida humana.


Se o oposto fosse verdade, ou seja, se a crosta terrestre fosse mais fina, a atividade vulcânica e tectônica seria muito grande para permitir vida na terra.

Outro equilíbrio crucial para a vida humana é o nível de ozônio na atmosfera. Se fosse maior que o valor atual, as temperaturas da superfície seriam muito baixas. Se fosse menor, as temperaturas da superfície seriam muito altas e haveria muita radiação ultravioleta na superfície.

De fato, a ausência de somente um desses equilíbrios causaria o fim da vida na terra. Entretanto, Deus criou o universo com poder e sabedoria infinitos e projetou a terra especialmente para a vida humana. Apesar desse fato, a maioria das pessoas leva suas vidas em total ignorância desses eventos. 

No Alcorão Deus lembra as pessoas:

“Ele insere a noite no dia e o dia na noite e rege o sol e a lua; cada um percorrerá o seu curso até um término prefixado. Tal é Deus para vós, vosso Senhor. É d’Ele o Reino. Quanto aos que invocais em vez d’Ele, não possuem o mínimo que seja de poder.” (Alcorão 35:13)


É suficiente olhar para os milhões de planetas mortos no espaço para entender que os equilíbrios delicados exigidos para a vida na terra não são resultado de coincidências aleatórias. As condições essenciais para vida também são muito complicadas para terem sido formadas “por conta própria” e ao acaso e essas condições são criadas especialmente para a vida.

Esses equilíbrios que mencionamos brevemente até agora são apenas uns poucos dos milhões de equilíbrios intrincados e interrelacionados e ordens estabelecidas para as pessoas possam viver em paz e segurança na terra.

Examinar somente uma parte dos equilíbrios e harmonia na terra é suficiente para compreender o ser superior de Deus e captar a existência de uma criação planejada do universo em todos os detalhes. Sem dúvida é impossível para uma pessoa ou qualquer outro ser vivo construir tamanho equilíbrio e poder.



Nem os componentes dessa ordem como os átomos, elementos, moléculas e gases, são capazes de estabelecer uma ordem baseada em cálculos e medições extremamente intricados e delicados, com tais ajustes refinados. Isso porque atividades como planejamento, ordenação, ordenamento, cálculo e proporções só podem ser realizadas por seres que possuem sabedoria, conhecimento e poder.

O Ser Exaltado Que ordena, planeja e equilibra o universo inteiro para que seja adequado para a vida de seres humanos em um planeta como a terra e Que a sustenta com medidas e equilíbrios dramaticamente delicados é Deus, Que tem Sabedoria, Conhecimento e Poder Infinitos.

No Alcorão é afirmado que as pessoas capazes de perceber esses fatos são somente “pessoas com inteligência”:

“Na criação dos céus e da terra e na alternância do dia e da noite há sinais para os sensatos. Que mencionam Deus, estando em pé, sentados ou deitados, e meditam na criação dos céus e da terra, dizendo: Ó Senhor nosso, não criaste isto em vão. Glorificado sejas! Preserva-nos do tormento infernal!” (Alcorão 3:190-191)