sábado, 31 de outubro de 2009

Dia das Bruxas - 31/10 - Dia de Festa? Ou de Reflexão pela Mãe Gaya e os Elementais?

Dentro de 1 hora e 15 minutos encerra mais um Dia das Bruxas ou de Rituais de Sabbath, que também encerram momentos em que os Filhos da Grande Mãe Gaya estão em oração, reflexão e meditação pela Deusa Gaya, que do Cosmos criou a Vida neste solo fértil, o Planeta Terra onde habitamos.Também comemorada na data de 28 de fevereiro, o Sabbatu, em homenagem as Deusas Ceres, Deméter e Gaia. Que nos próximos dias até o próximo Sabbath ou Dia das Bruxas para os mortais comuns neste Planeta, estejamos todos em reflexão sobre o que está a acontecer com o ar, com a água, com a terra e com o fogo, quando o sol está cada dia aumentando seu poder e sua força neste fim de ciclo e os outros elementos estão sendo poluídos, contaminados e degradados. Este Alerta é para quem já removeu o véu de suas consciências. Para que removam dos demais que ainda estão inconscientes...
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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Setor Noroeste, terra de ninguém onde cada um faz o que bem entende

Setor Noroeste, terra de ninguém onde cada um faz o que bem entende
Índios, considerados “invasores” do Setor Noroeste, uma espécie de “bairro” de Brasília
Especial para Revista Meio Ambiente
Dizer que o Noroeste é o primeiro bairro ecológico é apenas um elemento de marketing,” afirmam em artigo minucioso o coordenador do Setor Noroeste Paulo Zimbres e o professor da UnB – Universidade de Brasília, Geraldo Nogueira Batista. O grosso caderno de publicidade, propaganda e marketing com 24 páginas do Correio Braziliense (18.10.2009) vai além da afirmação dos arquitetos.
Leia mais na > http://www.revistameioambiente.com.br/2009/10/24/setor-noroeste-terra-de-ninguem-onde-cada-um-faz-o-que-bem-entende/

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

"Normose Nacional": Polícia Civil do Distrito Federal visita local do crime ambiental no Cerrado

Polícia Civil do Distrito Federal visita local do crime ambiental onde tratores estão destruindo o Cerrado e matando os índios. Proteste, envie e-mail ao Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc e peça ajuda ao Governo Federal antes que seja tarde demais...
e-mail: carlos.minc@mma.gov.br
Fonte: Santuário dos Pajés/via Youtube

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

DENÚNCIA: A Farsa do Setor Noroeste

Imagens: Movimento Cerrado Vivo
A FARSA DO SETOR NOROESTE
“O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos.” Martin Luther King
Um crime sócio-ambiental está ocorrendo bem debaixo de nossos olhos. A população só conhece a versão oficial da história, que vem sendo propagada pelos meios de comunicação chapa branca, enquanto isso, a última grande reserva do Cerrado dentro da área tombada de Brasília já está sendo destruída e a comunidade indígena que cuida daquele local está sendo expulsa.
O governo arrecada uma fortuna com a chamada " Ecovila" Noroeste, que diz ser o primeiro bairro ecológico do Brasil, mas na verdade trata-se de um tremendo engodo.
As verdadeiras Ecovilas que se espalham por todo o mundo são criadas em cima de áreas já degradadas pelo homem, aonde os futuros moradores irão recuperar o local , respeitando e se adaptando aos ritmos da natureza.
Na FALSA Ecovila do GDF, existe na verdade um projeto antiquado que será construído em cima de uma reserva ambiental e de um santuário indígena, projeto feito pelas construtoras da cidade e "doado" ao governo local, aonde se criou um bairro de luxo, onde o desperdício e a ineficiência serão predominantes.
Verdadeiras estufas de vidro e granito climatizadas com muito ar-condicionado. O projeto contraria todo e qualquer princípio de arquitetura ambiental, não pensou-se em criar um zoneamento para preservar a reserva florestal, muito pelo contrário, a avenida principal passa justamente na área com a vegetação nativa mais preservada, e que vem sendo cuidada e mantida pelos índios que habitam a região.
A farsa do projeto "sustentável" é na verdade uma repetição de clichês do chamado "marketing verde" ou melhor “maquiagem verde”, que serve única e exclusivamente para encarecer os apartamentos (captação de água da chuva e paineis solares para aquecimento de água já é lei em várias cidades do Brasil. É uma obrigação das construtoras e não um gesto em defesa da natureza).
A cara-de-pau do governo e principalmente da imprensa vendida é tão grande que usam justamente as riquezas naturais da reserva do Bananal e citam as suas árvores (copaíba, ingá, angico, baru, açoita-cavalo, barbatimão, pimenta de macaco, jequitibá etc) como itens para vender qualidade de vida para os futuros moradores.

Eles só não dizem que as mesmas árvores estão sendo destruídas por seus tratores na calada da noite. Com esta farsa o GDF já engordou o seu cofre com 1 bilhão de reais, fora a fortuna que as construtoras irão ganhar (as mesmas que elegeram o atual governador, fora o fato de que o vice-governador é um dos maiores empresários da construção da região). E com essa fortuna circulando, está todo mundo de bico calado, os deputados distritais defendendo os seus patrocinadores de campanha, o IBRAM órgão que só sabe abençoar o que o governo manda, e os que permanecem em cima do muro, FUNAI e IBAMA que lavam suas mãos convenientemente.
Enquanto isso o cacique Korubo, guardião do local que vinha sendo ameaçado de morte está DESAPARECIDO HÁ SEIS MESES, e uma residência indígena foi incendiada de maneira criminosa. Tenho certeza que você não leu e não lerá isso no Correio Braziliense.
Mas a atitude do governo e dos empresários já era esperada, estranho seria se eles se comportassem de maneira diferente.
O que não é admissível é ver a passividade do cidadão brasiliense, que terá a sua qualidade de vida extremamente prejudicada por esse tsunami de concreto e asfalto despejados em cima da última grande reserva de Cerrado dentro da área tombada de Brasília.
Especialistas em trânsito já falam do caos que virá em nossas ruas, igualando Brasília às demais capitais, com engarrafamentos intermináveis e poluição do ar.
O governo fala que a cidade não tem para onde crescer, assim justificando as suas atrocidades, mas ignora que naquela região poderia ter sido feito um verdadeiro bairro ecológico. Primeiramente delimitando a reserva ambiental e o santuário indígena, depois criando verdadeiras ecovilas nas áreas degradadas (pelo próprio GDF) do local, usando os princípios do urbanismo ecológico e da arquitetura bioclimática, onde teria uma população de moradores condizente com a fragilidade do local.
Mas o que está sendo feito é o extremo oposto, uma farra da especulação imobiliária que agride a inteligência da população mais esclarecida. Brasília vai fazer 50 anos, isso aqui não é mais terra de ninguém como pensam os políticos. O ministério público em março deste ano recomendou a suspenção de todas as licenças emitidas pelo Ibama para a construção do setor noroeste por irregularidades no processo, e recomendou ainda o estudo para a demarcação da terra indígena do Bananal.
A mobilização já está sendo feita, diversas ong´s, grupos estudantis, associações de moradores já estão nesta luta, mas ainda é pouco, precisamos da SUA participação também. Junte-se a nós.
PAREM OS TRATORES JÁ!!!
Contamos com a participação de todos na divulgação deste artigo, mas o mais importante será a presença física no local, para que todos possam olhar com os próprios olhos a riqueza e a beleza da reserva do Bananal, e a destruição que os tratores da “ecovila” estão causando.
Convidamos portanto para: TRILHA ECOLÓGICA NO SETOR NOROESTE
Dia 8 de novembro (domingo) a partir das 10 horas, encontro no estacionamento ao lado do canhão que fica entre o setor militar e o setor noroeste. Leve água e protetor solar.
Para que todos despertem para o fato de que uma cidade é feita por seus moradores, e não por políticos com interesses próprios.
Obrigado pela atenção,
Movimento Cerrado Vivo

Cerrado amazônico é considerado mina de ouro para cientistas

Imagens: Internet
Cerrado amazônico é considerado mina de ouro para cientistas
Para quem não conhece, os arbustos e árvores baixas podem até dar a impressão de que a área foi desmatada recentemente, mas o chamado cerrado amazônico é tudo menos isso. São campos considerados minas de ouro para cientistas - viveiros da biodiversidade amazônica.
Foi em uma dessas regiões de cerrado amazônico que uma nova espécie de gralha foi registrada pela primeira vez pelo pesquisador Mario Cohn-Haft, há menos de um ano. Ao longo da BR-319, há diversos campos como estes, que podem ser vistos em imagens de satélites.
Eles aparecem como manchas amarelas que - para os leigos, é bom repetir - podem parecer focos de desmatamento. A diferença é que esses tais "focos" ao longo da BR-319 ficam em locais bastante inacessíveis.
Só se chega até eles com um mateiro e várias horas abrindo trilhas floresta adentro. Por isso é que decidimos pegar um atalho: fomos até o recém-criado Parque Nacional do Mapinguari.
Lá vimos cotias, araras, muitas andorinhas, papagaios e até rastros de anta, o maior mamífero da América do Sul. Da "nova" gralha, nada. Mas tudo bem, tivemos uma bela impressão do que os inimigos da reabertura da BR-319 dizem estar sob risco de sobrevivência, caso ela realmente seja inteiramente recuperada.
A partir desta segunda-feira (26/10), vamos começar a encontrar as pessoas que vivem às margens da rodovia, muitas vezes em condições de pobreza com enormes dificuldades de acesso a serviços básicos, como saúde e educação.
Não vou ficar surpreso, se descobrir que para essas populações, a importância da incrível biodiversidade amazônica fique em segundo plano, diante da necessidade de, por exemplo, chegar rapidamente a um hospital.
Fonte: G1

Meteorito abre cratera de 20 metros de diâmetro na Letônia

Imagem: AFP
Meteorito abre cratera de 20 metros de diâmetro na Letônia
Uma cratera de 20 m de diâmetro e dez de profundidade foi aberta com a queda de um meteorito na Letônia
Um meteorito caiu na noite deste domingo no norte da Letônia, abrindo uma cratera de 20 m de diâmetro e dez de profundidade, informou a agência oficial de notícias russa RIA Novosti. Segundo informações, o meteorito caiu em uma fazenda no arredores da localidade de Mazsalaca, junto à fronteira com a Estônia. Ninguém ficou ferido.
As autoridades locais, que inicialmente não sabiam se a cratera havia sido aberta por um meteorito ou pelo pedaço de um satélite artificial, isolaram o lugar em que o corpo celeste caiu.
"O mais provável é que se trate de um meteorito de ferro com um um diâmetro de aproximadamente um metro e uma massa de várias toneladas", disse à RIA Novosti Vladimir Svetsov, do Instituto de Dinâmica de Geosferas da Academia de Ciências da Rússia.
O cientista explicou que os meteoritos de rocha não chegam à superfície da Terra, já que se desintegram no contato com a atmosfera. "Se o corpo celeste (que caiu na Letônia) fosse um satélite (artificial), este teria que ser de extrema solidez. Do contrário, teria se destruído no ar", acrescentou o especialista. Svetsov destacou que meteoritos de um metro de diâmetro colidem com a Terra uma vez ao ano.
Fonte: Portal TERRA

Conama aprova inspeção veicular obrigatória em todo o país

Imagens: Internet
Conama aprova inspeção veicular obrigatória em todo o país
Por Luana Lourenço/Agência Brasil
Brasília - O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) aprovou em 20/10 uma resolução que torna obrigatória a inspeção veicular em toda a frota do país. Atualmente, apenas os veículos das cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro passam pela inspeção.
A resolução do Conama determina que todos os estados e municípios com mais de 3 milhões de veículos serão obrigados a ter um plano de inspeção veicular, que deve ser apresentado em até 12 meses após a publicação na norma no Diário Oficial da União.
De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a regra valerá para todos os “veículos automotores, motociclos e similares, independentemente do combustível que utilizem”. A inspeção poderá ser feita por amostragem, ou seja, não necessariamente toda a frota em circulação passará pela vistoria. Sem a inspeção, os veículos não poderão obter o licenciamento anual.
A expectativa da área ambiental é que a obrigatoriedade da inspeção veicular reduza as emissões de poluentes, intensificadas pela falta de regulagem e manutenção de motores.
Fonte: Envolverde/Agência Brasil

Demitir 200 Deputados. Divulgue esta idéia...

Demitir 200 Deputados
Por Sinval Silva Filho*
Segunda, Terça, Quarta, Quinta e Sexta Feira – estes são os dias de trabalho de qualquer trabalhador brasileiro. Muitos ainda trabalham no sábado e outros, como médicos, bombeiros e trabalhadores de serviços de emergência, fazem plantões aos domingos e feriados. Em contrapartida, existe um grupo de 513 trabalhadores que só trabalha em algumas das terças, quartas e quintas feiras, recebem salários de mais de 12 mil reais por mês, recebem 14 salários ao ano, se auto-convocam para trabalhar quando querem, recebem 15 mil reais para gastos com combustível, mais de 25 mil reais para trabalhar no recesso, recebem verba de gabinete de 35 mil reais cada um, podem contratar 20 servidores para seu gabinete, recebem auxilio moradia de 3 mil reais, além de uma infinidade de outras vantagens.
Quem paga a conta?
Nós, todos nós, que pagamos os mais altos e exorbitantes impostos do planeta é que pagamos seus salários. São nossos deputados, que são “Nossos Empregados” que trabalham na Câmara Federal e nós como pagadores de seus salários, somos seus “Patrões” e temos a obrigação de provocar grandes demissões.
Há poucos dias, tivemos a oportunidade de acompanhar a sessão de votação secreta de dois deputados, indicados para cassação do mandato pelo Conselho de Ética, com provas cabais de participação efetiva no esquema de “mensalão” – roubo do seu e do meu dinheiro!
Os dois deputados foram absolvidos, igualmente a um terceiro absolvido há algumas semanas.
Aparentemente um pacto entre a oposição e a base aliada do governo impediu a cassação dos acusados, repito, estava comprovada a participação dos deputados no esquema de roubo do nosso dinheiro.
Fica evidenciado assim, que muitos de nossos “empregados” não têm responsabilidade suficiente, não são dotados de valores éticos que os credenciam para os mais altos cargos da República, demonstrando um corporativismo exacerbado e a inaptidão para representar a Sociedade Brasileira.
Precisamos acabar com a pouca vergonha e o mau caratismo !
O Movimento Corrupção Zero defende a demissão de 200 deputados. O Brasil não precisa de mais de 350 deputados para elaborar suas leis, desde que eles trabalhem cinco dias por semana e que tenham trinta dias de férias anuais, como qualquer um de nós.
Defendemos também, o fim do voto secreto em todas as votações do plenário, para que os eleitores acompanhem minuciosamente essas votações e que possam efetivamente cobrar ações éticas e responsáveis de seus eleitos.
Os deputados se intitulam “homens públicos” e como tal, o Movimento Corrupção Zero defende que suas Declarações de Imposto de Renda sejam “públicas”, disponibilizadas no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), para tornar também “públicas” suas posses, desde o dia que assumiram suas funções como deputados até cinco anos após o término do mandato.
Assim como deputados, outros homens públicos de todos os níveis e responsabilidades, de Vereador a Presidente da República deveriam ter suas Declarações de Imposto de Renda publicadas e aí sim, nós os “Patrões” teríamos alguma chance de identificar aqueles “empregados” sem ética, os mentirosos, os aproveitadores.
Desta forma, o Movimento Corrupção Zero está estudando uma forma de forçar o Congresso Nacional a adotar a demissão de 200 deputados, proibir o voto secreto em qualquer circunstância e determinar a publicação do Imposto de Renda de cada político deste país.
Contamos com você nesta empreitada. Não vamos desistir nunca, demore 10, 20 ou 100 anos. Envie sua opinião para
mczero@mczero.org Se você tem alguma sugestão para atingir nosso objetivo, melhor, você é fundamental neste processo.
Este é um processo histórico de mudança e você pode participar da História do Brasil. Repasse esta idéia a todas a pessoas de seu conhecimento. Lembramos que somente com a união de todos teremos a chance de deixar um país melhor para as próximas gerações.
*É Engenheiro Civil, com especialização em Engenharia Econômica

A origem da expressão "O QUINTO DOS INFERNOS"

Imagens: Internet
A ORIGEM DA EXPRESSÃO "QUINTO DOS INFERNOS"
Durante o século 18, o Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de "O Quinto".
Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro. O "Quinto" era tão odiado pelos brasileiros, que foi apelidado de "O Quinto dos Infernos". A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os "quintos atrasados" de uma única vez, no episódio conhecido como "Derrama".
Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de "Inconfidência Mineira", que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento do inconfidente que mais se expôs, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário - IBPT, a carga tributária brasileira deverá chegar ao final deste ano de 2009 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção. Donde se conclui que atualmente, a carga tributária que nos aflige é perto do dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, ou seja, pagamos hoje "Dois quintos dos Infernos"...

Fonte: Recebido por e-mail

Ministra "não tem uma visão global" do Ambiente

Imagem: Internet/Correio da Beira Serra
Ministra "não tem uma visão global" do Ambiente
Soromenho Marques com algumas críticas a Dulce Pássaro
Da Redacção/CP
Soromenho Marques afirmou, que, apesar da "competência" de Dulce Pássaro, a nova ministra do Ambiente "não tem uma visão global" desta área, escreve a Lusa.
Considerou ter havido uma mudança conceptual do Ministério do Ambiente, que voltou "ao seu quadrado inicial", de Ambiente e Ordenamento do Território, perdendo a competência do Desenvolvimento Regional, que passou a ser tutelada pelo Ministério da Economia.
"O meu receio é que possamos estar numa situação em que, perante a crise económica e financeira, o Ambiente passe para um segundo plano e, por isso, aparece uma pessoa que não está associada a uma visão holística ou global do Ambiente", sustentou.

"Há uma profunda perda de competências por parte do Ministério", concluiu.
O professor e ex-presidente da organização ambientalista Quercus falava à margem do 3.º Congresso Nacional dos Economistas, que ocorreu no Funchal, subordinado ao tema "A Nova Ordem Económica".
Fonte: CP

3º Encontro da Rede Brasileira de Agendas 21 locais - RS

3º Encontro da Rede Brasileira de Agendas 21 Locais - RS
O Encontro da REDE A21, será realizado nos dias 05 e 06 de novembro deste ano, na cidade de Ijuí/RS.
Para participar, os processos de Agenda 21 dos municípios, devem encaminhar por documento oficial (enviando para e-mail), a indicação de um representante da sociedade civil e um representante do poder público. A inscrição pode ser realizada normalmente através do site. Esse documento será apenas para controle, pois os indicados NÃO precisarão pagar o valor da inscrição (R$ 20,00). A organização do evento também se responsabilizará pela hospedagem e dois almoços (dentro do parque de exposições - local onde será realizado o evento).
Além disso, será feito o transporte dos participantes do evento com saída da Praça da República (praça central da cidade) até o local do evento e de retorno, novamente até a Praça da República, em horários pré-determinados pela organização do evento.
Para mais informações acesse o endereço: http://www.agenda21ijui.org
As inscrições, a programação e outros aspectos de relevância estão disponíveis em nosso site.
Marquem em suas agendas. Participem!
Fonte: Guardiões da Vida - Passo Fundo/RS

Manifesto pelos grandes símios e pela natureza

Imagem: Internet
Manifesto pelos grandes símios e pela natureza
As florestas tropicais desaparecem num ritmo desenfreado e com elas as últimas populações de grandes símios. Todos os especialistas são unânimes : se não fizermos nada, gorilas, chimpanzés e bonobos terão desaparecido até a metade do século 21. Para os orangotangos a situação é ainda mais dramática ; em vinte anos, eles poderão viver apenas em zoológicos.
Hoje é urgente que nos mobilizemos para salvar os grandes símios.
Para assinar : www.apesmanifesto.org

Ibama doa 625 'bois piratas' para o programa Fome Zero

Imagens: Internet
As queimadas e desmatamentos para criação de gado ilegal em áreas públicas
Ibama doa 625 'bois piratas' para o programa Fome Zero
O programa Fome Zero, do Governo Federal, recebeu na terça-feira (20/10) 726 animais apreendidos pelo Ibama na Amazônia. São 625 bois e 101 ovelhas que estavam sendo criados ilegalmente dentro da Floresta Nacional do Jamaxim, em Novo Progresso (PA) e foram apreendidos na operação Boi Pirata II.
Segundo nota divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), responsável pelo programa assistencial, poderá destinar os animais a leilões. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) será responsável pelo transporte e venda dos animais.
Além dos bois e ovelhas, o Ibama também doou ao MDS 4,5 mil metros cúbicos de madeira – o equivalente a 150 caminhões carregados –, que poderão ser usadas no programa "Minha Casa Minha Vida".
De acordo com o MMA, serão beneficiadas pelas doações pessoas que vivem em as áreas próximas às ações de fiscalização realizadas pelo Ibama.
Bois na floresta - Essa já é a segunda vez em que o MMA confisca definitivamente animais criados dentro de parques e reservas na Amazônia. Em agosto de 2008, 3 mil bois foram leiloados porque estavam dentro de uma ecológica na Terra do Meio, no Pará. Segundo o ministério, a apreensão definitiva só é possível se o proprietário for reincidente na criação ilegal de animais.
A Floresta Nacional do Jamanxim tem 13 mil km² (o equivalente a cerca da metade do estado de Sergipe), e foi criada em 2006 às margens da rodovia BR-163, que liga Cuiabá a Santarém (PA).
A reserva é uma das que mais sofre desmatamento no Brasil. Famílias que vivem dentro da reserva alegam que já estavam lá antes da área ser oficialmente protegida, e tentam um acordo com o governo para permanecer no local. Também tramita na Câmara dos Deputados um projeto para cancelar o decreto que criou a floresta nacional.
Fonte: Globo Amazônia

Relatório sobre política de resíduos sólidos propõe fim dos lixões

Imagem: Lixão da Camélia-2005/Arquivo Os Verdes
Lixão da Camélia em Tapes/RS - 4 anos sem Licença de Operação expedida pelo órgão ambiental do Estado
Relatório sobre política de resíduos sólidos propõe fim dos lixões
De acordo com o relatório, os aterros sanitários vão passar por licenciamentos específicos, e serão proibidas atividades como a catação e a criação de animais nas proximidades.
Por Marcello Larcher da Agência Câmara
Aprovado em 15 de outubro, o relatório final sobre a criação de uma Política Nacional de Resíduos Sólidos propõe como principal medida a proibição da disposição final dos resíduos ou rejeitos em rios, córregos, mares, lagos ou a céu aberto. O relatório foi aprovado por um grupo de trabalho que analisou 79 propostas em tramitação na Câmara.
Na prática, a medida pretende acabar com os “lixões” e obrigar os municípios a criarem programas para lidar com os resíduos produzidos em seu território. A proposta não permite a queima desses materiais a céu aberto e dificulta o licenciamento para a queima controlada em recipientes.
Quanto aos rejeitos que sobrarem, eles serão depositados em aterros sanitários, como explica o relator da proposta, deputado Arnaldo Jardim (PSDB-SP). “Nós vamos ter toda uma orientação no que diz respeito à questão dos resíduos, para que aquela figura que todos nós temos na mente – dos lixões com criança catando coisa, com animal do lado – isso possa de uma forma definitiva ser banido da história do nosso País.”
Contexto original: ECOAGÊNCIA DE NOTÍCIAS

Anistia denúncia discriminação hídrica por Israel na Cisjordânia

Imagens: Internet
Anistia denúncia discriminação hídrica por Israel na Cisjordânia
O relatório divulgado pela Anistia Internacional sobre a discriminação na distribuição de água na Cisjordânia denuncia a exploração por Israel de recursos naturais e a política discriminatória (na distribuição) de água nos territórios ocupados palestinos.
A Anistia Internacional denunciou em seu dossiê que Israel nega aos palestinos o direito ao acesso livre e adequado à água potável, ao controlar os recursos compartilhados, situação que a organização considera uma política de discriminação.
"Israel só permite aos palestinos o acesso a uma parte dos recursos hídricos compartilhados, que estão na maior parte na Cisjordânia ocupada, enquanto os assentamentos israelenses ilegais recebem praticamente abastecimento ilimitado", segundo Donatela Rovera, investigadora da Anistia.
Mais de 80% da água procedente do aquífero subterrâneo é compartilhado com a ANP para fornecer aos colonos judeus em território ocupado, enquanto os palestinos recebem da mesma fonte 20% dos recursos.
Fonte: Blog Tomando na Cuia

China resgata 2 mil crianças vítimas de tráfico humano

Imagem: Cinderela se Rebela
China resgata 2 mil crianças vítimas de tráfico humano
A polícia na China informou que recuperou mais de 2 mil crianças depois de uma campanha de seis meses contra o tráfico de pessoas. O Ministério da Segurança Pública chinês criou um website com fotos de algumas das crianças sequestradas para tentar reuni-las a suas famílias. As crianças são de todas as partes da China e este é apenas o primeiro grupo; algumas têm nomes, muitas não têm. Das 2008 crianças que foram resgatadas, algumas já voltaram para suas famílias. A página na internet tem fotos de 60 crianças, de bebês a jovens, que foram levados de suas famílias. Estima-se que milhares de crianças desaparecem na China a cada ano. Gangues de criminosos sequestram crianças e vendem para casais sem filhos. Na sociedade patriarcal chinesa, meninos custam mais. Os meninos podem ser vendidos por até US$ 6 mil (cerca de R$ 10,4 mil). Meninas são vendidas por cerca de US$ 500 (cerca de R$ 868). Os pais destas crianças desaparecidas, geralmente fazendeiros pobres ou operários de fábricas, já alertaram para a indiferença das autoridades. O governo chinês prometeu agir para combater o sequestro e tráfico de crianças. Um banco de dados de DNA nacional foi estabelecido este ano para ajudar a reunir famílias.
Fonte: Cinderela se Rebela

ONU: Mais de 300 mil crianças morrem por ano no Sudão de causas evitáveis

Imagens: PobrePampa
ONU: Mais de 300 mil crianças morrem por ano no Sudão de causas evitáveis
Mais de 300.000 crianças menores de cinco anos morrem todos os anos no Sudão de "causas evitáveis", 110.000 delas em seu primeiro mês de vida, afirmou a chefe do Unicef para o país africano, que também fez um alerta para a quantidade de mulheres que morrem no parto. "Temos 305.000 crianças menores de cinco anos que morrem a cada ano por causas evitáveis (...). Entre elas, 110.000 morrem durante seus 28 primeiros dias", declarou Nils Kastberg, chefe no Sudão do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O Sudão, maior país da África, tem 39 milhões de habitantes. O Sul do país tenta cicatrizar suas feridas depois de 22 anos de uma guerra civil com o Norte que terminou em 2005. Entretanto, luta uma guerra desde 2003 na região ocidental de Darfur, perto do vizinho Chade. Segundo estimativas da ONU, cerca de 300.000 pessoas já morreram no conflito em Darfur, mesmo número de crianças mortas por ano em todo o país. "Chegamos quatro semanas tarde demais para salvar suas vidas. A questão não é saber o que podemos fazer em cinco anos, e sim o que fazemos nas quatro semanas que se seguem ao seu nascimento", destacou Kastberg. As crianças morrem principalmente de malária, diarreia e infecções respiratórias, segundo Kastberg, que também alertou para os graves problemas de desnutrição que tornam os bebês mais vulneráveis a estas doenças.
Fonte: Cinderela se Rebela/AFP

A Caverna - Mostra de Animação 2009

REPORTAGEM ESPECIAL: As reações de quem visita a Bienal do Mercosul

Sob o olhar da mãe, a professora de arte Alice, Aimê, oito anos, transitou entre as obras da Bienal do Mercosul no cais do porto - Imagem: Genaro Joner
As reações de quem visita a Bienal do Mercosul
ZH convidou mãe e filha a incursionar pela parte da mostra que está nos armazéns do cais do porto
Por Nilson Mariano -
nilson.mariano@zerohora.com.br
Espante-se. Confesse que sentiu uma pontinha de medo, isso não é vergonha. Admita que achou tal coisa repugnante, não faz mal criticar. Sobretudo, divirta-se e pense ao visitar as obras de arte da 7ª Bienal do Mercosul, no centro de Porto Alegre.
Para testar as reações de quem ainda não viu a exposição, Zero Hora convidou a professora Alice Bemvenuti, 39 anos, e sua filha, Aimê, oito anos, a incursionar pela parte da mostra que está nos armazéns do cais do porto. Ontem, ZH publicou artigo de Alice que instiga as pessoas a não terem medo de arte contemporânea.
Acompanhe o passeio surpreendente das duas
A primeira visão de Alice e Aimê, na bienal, é a cena Variação sobre o Santo Job, do colombiano José Restrepo. Deparam com uma imagem medonha projetada na parede: um homem esquálido, só de cuecas, usando uma máscara atemorizante, com buracos para os olhos e a boca. No chão, um casulo de bicho-da-seda absorve o reflexo da horrenda criatura.
– Mãe, o que é isso? – assusta-se Aimê.
– Eu que te pergunto – devolve Alice, para despertar a curiosidade da filha.
– Tô com medo... – diz a menina.
Professora de Arte na Ulbra, Alice interpreta que o homem ossudo e mascarado poderia simbolizar o pássaro que devora o obreiro bicho-da-seda, isto é, a morte. Enquanto fala, Aimê perde seus receios, circunda o casulo, agachada, para observá-lo melhor. Subitamente, perde o interesse:
– Que nojo! Vamos, mãe, não tô mais aguentando ver isso.
Próxima parada: o quadro El Viento, do argentino Sergio de Loof. Alice e Aimê olham um amontoado de roupas, plumas, chapéus, bonés, flores e quinquilharias. As opiniões divergem. A mãe acha que são coisas usadas, descartadas, que foram juntadas por alguma ventania. A filha acredita que são objetos ainda não utilizados, carregados por um pé-de-vento.
Obras de arte são assim mesmo, infundem emoções opostas. Depende do olhar de cada um.
– A sensação que fica é: o que vão fazer com isso? Vai apodrecer? Virar entulho? – questiona Alice.
O quadro Limite, do belga-brasileiro Mário Peixoto, oscila do pavor ao deslumbramento. Ao entrar num labirinto às escuras, curvilíneo, Aimê pede a mão de Alice, demonstrando precaução.
– O que tem aí dentro? – pergunta.
– Nem imagino – diz a mãe.
A curva leva a uma enorme sala. Da parede irrompe um mar tranquilo, camaleônico entre o verde e o azul, de ondas sossegadas e murmurantes. Extasiadas, Alice e a filha sentam-se diante da tela, como se estivessem nas areias da praia de Tramandaí.
– Aimê, olha a quantidade de cores dessas águas!
– Mãe, tem uma mulher caminhando sobre o mar, no horizonte!
– Será que essa água vai chegar até nós? – incita a mãe.
– Ã-ã, não chega – diz Aimê.
Em seguida, quando aparece um bando de alunos, Alice continua a provocação, em tom de brincadeira:
– Podem se sentar, mas cuidado para que a água do mar não molhe vocês.
Cada peça é diferente, desafiadora, com seus mistérios. Diante de uma escultura de ferro, do britânico Ryan Gander, mãe e filha se admiram da construção disforme.
– Aimê, isso aqui não te parece...
Ela não termina a pergunta, pois a garota logo responde:
– É um dinossauro com a cabeça afundada no peito e tem mais de quatro patas.
– Será que ele é manso? – prossegue Alice.
– Não quero nem saber – diz a menina.
Algumas obras de arte são associadas ao imaginário de Aimê, ao que ela vê na televisão ou lê nos livros infantis. Quando penetram num labirinto de vidros, que provoca múltiplos reflexos, a menina diz que se lembrou dos dragões perdidos num jogo de espelhos. Para Alice, isso é natural, crianças observam as peças de forma mais lúdica.
Também diretora do Museu do Trem, de São Leopoldo, Alice recomenda que as pessoas visitem a 7ª Bienal do Mercosul de mente aberta. Como havia se maravilhado anteriormente, ao entrar num corredor escuro e recurvo que conduzira ao mar, Aimê quer testar o que escondia outra construção semelhante. Decepciona-se.
O interior do novo labirinto é o cenário da peça de teatro Breath, do autor irlandês Samuel Beckett. É provavelmente a mais curta da dramaturgia mundial. São apenas 67 segundos, mas de prender a respiração. Alice e Aimê acomodam-se bem à frente.
Quando o palco se ilumina, surge o monturo de lixo, disperso como se fosse o rasto de um tsunami. Enquanto contemplam o cenário apocalíptico, mãe e filha ouvem dois vagidos desesperados, de um bebê que carrega uma fome ancestral. Aterrada, Aimê pergunta:
– Mãe, posso apertar a tua mão até esmagar ela?
– Vamos pensar no que a gente está sentindo – diz Alice.
– Mas estou com muito medo. Não quero conversar sobre isso – encerra a menina.
Expressando que deseja uma pausa na visitação, talvez para se recompor, Aimê pede:
– Agora posso comprar um picolé? Tô com sede.
– Depois, aqui dentro não é permitido se alimentar – explica a mãe.
– Então quero ver o rio – insiste a menina, referindo-se ao Guaíba.
Alice decide passar para o outro armazém, que tem obras mais apropriadas a crianças. Encontra uma árvore ressequida, pendente do teto, cujos galhos mortos oferecem um fruto insólito: fones para escutar música.
– Os fones estão convidando: nos usem – comenta Alice.
– É música indiana – observa Aimê.
A filha está mais à vontade no segundo armazém do cais. Chama a mãe para ver uma Kombi, entupida de areia do mar, com um coqueiro saindo da tolda. Depois, vê um carrinho de mão cheio de areia, onde estão conchas e uma estrela-do-mar rosada. A menina franze o nariz, novamente desapontada.
– Isso é de verdade, mãe?
Diante do silêncio de Alice, ela interpela:
– Se botar a estrela-do-mar na água, ela vai ter vida de novo?
Alice não responde, mas fica contente por notar que a filha se preocupa com a natureza. Ao lado, uma bicicleta, transportando galões de água mineral com peixinhos vermelhos dentro, não atrai mãe e filha.
– Essa obra não me parece educativa, é inexpressiva – argumenta Alice, talvez incomodada com o nado agônico dos peixes.
O final da visitação, na parte temática Árvore Magnética, é o mais divertido. Aimê se encanta com um módulo lunar, do artista Paulo Nenflidio, de São Paulo. Embasbacada com a engenhoca, feita com tubos de PVC e manta de proteção térmica, ela é subitamente envolvida por jatos de vapor e bolhas de sabão. Como se estivesse em Marte, Aimê vê a espaçonave disparar alarmes, sons e flashes coloridos.
– Obras de arte parecem brincadeira, mas não são. Elas emanam coisas sérias, que nos levam a pensar – diz Alice, ao deixar a bienal, sorvendo picolés com a filha.

Novo Hamburgo em direção a despoluição visual

Imagens: Arquivo Os Verdes-Mikonga/Internet
Novo Hamburgo na direção da despoluição visual
Em Audiência Pública na cidade de Novo Hanburgo, sobre a Utilização de Veículos Publicitários na Paisagem Urbana realizada na segunda feira (26/10), no Salão de Atos do Centro Administrativo Leopoldo Petry, conseguiu reunir integrantes das empresas de publicidade, comércio, arquitetos, engenheiros, associação cultural , ambientalistas além dos representantes dos poderes Executivo e Legislativo da cidade.
O evento era de grande importância para o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Sul.
A referência mais importante sobre a regulamentação da propaganda na paisagem urbana foram as promovidas pela cidade de São Paulo que transformou a capital paulista, valorizando a arquitetura e humanizando a cidade.
Aqui no RS, a cidade de Novo Hamburgo por ser uma das pioneiras em nosso Estado, podendo se tornar uma referência em política de despoluição visual e de valorização das áreas urbanas. Com isso, poderá ser desencadeando um efeito cascata positivo, influenciando outras cidades do RS.
Durante a audiência, manifestei meu ponto de vista, pois sou publicitário, ambientalista, militante ativista de Os Verdes do RS.
Apesar de estar entre a 'cruz e a espada', já venho me preparando, pois participo de feiras do seguimento publicitário a vários anos em São Paulo. Acompanhei de perto a transformação da capital paulista e também os efeitos do seguimento diretamente atingido. (Todos que trabalham com mídia externa).
No início houve uma manifestação forte dos publicitários e Cia.
Em uma ocasião teve até um dos descontentes que tentou agredir o Prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
Mas tudo tomou rumo, os painéis tiveram que seguir uma proporcionalidade em relação ao prédio, mesmos os grandes bancos e multinacionais tiveram que se adaptar a legislação com isso a cidade que estava escondida apareceu para os paulistas.
Ao perguntar para uma taxista sua opinião, ele me respondeu; "– Sabe não tem mais aquela foto da Gisele, que servia como referência para chegar a um ponto da cidade".
Na feira deste ano falei com uma empresária que produz mídia externa no Rio de Janeiro e ela me falou que as impressoras de grandes formatos de São Paulo migraram para Rio.
A última avaliação que obtive do setor em SP é que a mídia impressa, como jornais e revistas ganharam mais espaços no mercado. Além é claro da indispensável internet.
A redução dos impressos em lonas, com certeza reduziu significativamente a produção de lixo, pois estas lonas duram no máximo 2 anos isso se ficarem em uma posição geográfica favorável em relação ao sol. Se não duram no máximo um ano ou menos. Isto se não ocorrer um temporal para rasgá-las, tendo que serem substituídas. Muito pouco é reciclado, sendo sua maioria lixo, um problema para a sociedade e futuras gerações.
A iniciativa do prefeito de Novo Hamburgo, Tarcisio Zimmermann será discutida por representantes da sociedade e se tudo se encaminhar bem no início de 2010 o Vale do Sinos terá uma referência de legislação para regulamentar as publicidades na cidade. Um avanço do ponto de vista ambiental.
Por Marco Santos – Mikonga
Verde por Natureza

Cadê os Guapuruvus da Cavalhada?

Imagem: Guapuruvu - Bairro Bom Fim/POA-Internet
Porto Alegre, 25 de outubro de 2009
Carta aberta ao Prefeito e aos Amigos da Natureza
Quando vim morar no bairro Cavalhada, eles já estavam lá, altaneiros, protetores. Pássaros gorjeavam em seus galhos alegrando a vida; serviam de nicho a inúmeras espécies, e protegiam-nos do calor ao caminharmos pela Avenida Cavalhada e, aos que transitavam de carro, proporcionavam lenitivo. Guapuruvus, últimos resquícios da Mata Atlântica, árvores que nos tornam viva a lembrança de que um dia ela esteve aqui.
E esta semana ao levantar onde estavam sete Guapuruvus, arrancados na calada da noite, deixando sete buracos e hoje, após a noite de chuva de ontem, fáceis de arrancar, nem as raízes restam mais para afirmar que ali havia sete Gapuruvus, que compartilhavam conosco a vida do bairro.
Quem pode ter perpetrado tal crime ambiental? Com que direito interferir na identificação e na vida de uma comunidade?
Hoje os pássaros trinam apavorados pois sua “casa” desapareceu e eles não sabem onde se refugiar. Hoje o bairro não é mais o mesmo pois a alma se constrangeu: da ponta onde termina a Cel. Massot até a Dr. Barcelos sete Guapuruvus não mais lá estão. E a gente se pergunta: o que fizeram para ter tão triste fim? Ou será que foram para locais onde serão mais felizes do que aqui onde o amávamos e o admirávamos com seus braços que se erguiam como num cálice em hino ao criador, oferecendo-lhes flores com suas pétalas amarelas, símbolo da alegria, chamando ao encontro às espécies que aqui se acasalavam. E suas sementes escuras, trazendo em seu interior o presente máximo da espécie envolta numa película delicada e translúcida de madeira, a semente do Guapuruvu, tão conhecida por nossas crianças como o “queima-queima”.
Se as coisas continuam deste jeito em pouco tempo não teremos mais nenhum bairro caracterizado com suas árvores que têm persistido o mais que podem contra o ataque do homem, a quem só bem têm feito. Pensem, se a prefeitura resolvesse retirar os jacarandás da praça da matriz que perda também para o patrimônio público. Pois, assim como defendemos o patrimônio histórico de Porto Alegre, mantendo as características dos prédios que outrora foram, muito mais devemos defender o patrimônio vivo, resguardando os últimos resquícios daquela que é a nossa mãe natureza.
Por favor, senhor prefeito, devolva a identidade de nosso bairro, devolva os nossos sete Guapuruvus! Conserve viva a lembrança daquilo que foi importante um dia para os indígenas e seres que aqui moraram muito antes de nós, conservando as últimas espécies características da Mata Atlântica.
Marilia Nuñes – Partido Verde/POA-RS
Fonte: Blog do Adeli Sell

28 de outubro - Dia Internacional da Animação

Imagens: Internet/Cultura.Gov
Hoje, dia 28 de outubro, é o Dia Internacional da Animação. Há 4 anos, a data é celebrada com uma programação de filmes em mais de 380 cidades brasileiras e em 51 países ao redor do mundo concomitantemente.
Aqui em Porto Alegre, a festa será no teatro Dante Barone da Assembléia Legislativa, que fica lá no centro em frente a praça da Matriz (entre o teatro São Pedro e o Palácio Piratini.
O filme da Cartunaria, da qual sou diretor, "A Princesa e o Violinista" foi selecionado para esta edição do D.I.A. e será apresentado na Mostra Nacional aqui no Brasil e na Mostra Internacional (obviamente) ao redor do mundo.
Convido a todos que têm interesse ou curiosidade na arte da animação a comparecerem amanhã na festa.
Abaixo, segue a programação.
PORTO ALEGRE
18h
* Exposição – processo de criação e produção do Longa-metragem As Aventuras do Avião Vermelho, dos Diretores Frederico Pinto e José Maia.
Local: Vestíbulo Nobre do Teatro Dante Barone - Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul
Mostras Oficiais - Filmes Brasileiros e Estrangeiros (recomendada para maiores de 16 anos)
19h30min
* Mostra Estrangeira - 1 hora de curtas-metragens de animação internacional
* Mostra Nacional - 1 hora de de curtas-metragens de animação brasileira
Local: Teatro Dante Barone - Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul
Fonte: AMA/Guto Bozzetti/via e-mail
Visite: Cartunaria Desenhos
www.cartunaria.com.br

Resíduos eletrônicos podem ajudar o Rio dos Sinos

Imagens: Internet
Resíduos eletrônicos podem ajudar o Rio dos Sinos
Projeto Ecolixo Eletrônico foi lançado na noite desta terça-feira em São leopoldo
Com o intuito de dar um destino adequado ao lixo eletrônico, o Instituto Martim Pescador e a Escola de Idiomas Yázigi, em parceria com a empresa Otser - Comércio de Resíduos e Sucatas, lançaram na noite desta terça-feira, na sede da escola de idiomas, o Projeto Ecolixo Eletrônico. A atividade tem ainda a colaboração da empresa Klabin. A ideia é implantar em São Leopoldo vários pontos de recolhimento de resíduos eletrônicos. A sede do Yazigi já e um ecoponto e o barco do Martim Pescador vai receber sua caixa coletora hoje às 14 horas.
O material recolhido – componentes de computadores como monitores, mouses, teclados e impressoras, além de aparelhos telefônicos, celulares, pilhas, DVDs, controles e fax – será vendido a Otser e, posteriormente, encaminhado às empresas e usinas de reciclagem. A verba será destinada ao projeto Ingá, do Instituto Martim Pescador, que busca a recomposição da mata ciliar.
"O Yazigi nos procurou para ser parceiro no projeto Ingá. Inicialmente, a coleta seria apenas na escola, mas achamos mais interessante expandir para toda a cidade. Convidamos várias entidades da cidade para conhecer o projeto nesta terça. Esperamos que elas sejam nossas parceiras", explicou a coordenadora executiva do Martim Pescador, Marcia Zimmer Scherer. Segundo Marcia, objetos que não estejam estragados, mas que as pessoas não necessitam mais em casa, serão repassados a instituições sociais.
"A gestora comercial do Yazigi Marcia Ramos informou que os resíduos são recolhidos desde maio nas escolas de São Leopoldo e Estância Velha. "O Instituto veio com a proposta de aumentar o projeto e topamos na hora porque a causa e muito nobre. As pessoas podem ajudar o Rio dos Sinos com objetos que elas não usariam de qualquer maneira", disse.
Fonte: Jornal NH

Terras griladas na Amazônia são anunciadas para venda na internet

Terras griladas na Amazônia são anunciadas para venda na internet
Segundo o Terra Legal, programa de regularização fundiária do governo federal, os imóveis oferecidos na internet não constam no cadastro oficial de propriedades privadas.
Por Karina Cardoso - Rádio Nacional da Amazônia
Alguns sites de venda de imóveis na internet estão anunciando a venda de terras ocupadas ilegalmente na Amazônia. É o caso de fazendas que foram divulgadas no site MF Rural, cuja sede está localizada em São Paulo. Segundo o coordenador do Terra Legal, programa de regularização fundiária do governo federal, Carlos Guedes, os imóveis oferecidos na internet não constam no cadastro oficial de propriedades privadas. “Ficou comprovado por meio da nossa análise que, além de não serem terras particulares – serem em terras públicas – boa parte dessas áreas estava sobre unidades de conservação e de terras indígenas já demarcadas pelo governo federal”, afirmou.
As terras divulgadas no site estão em Lábrea, no sul do Amazonas. A região integra a lista dos 43 municípios responsáveis pela metade do desmatamento na Amazônia, segundo os dados do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Agora, o site MF Rural será questionado na Justiça. “A partir dos efeitos que podem ser tomados na esfera judicial, nós vamos procurar, do ponto de vista administrativo, avançar nessa investigação, utilizando pra isso a continuidade dessas iniciativas na área de inteligência com o sistema de proteção da Amazônia”, disse Guedes.
O responsável pelo endereço eletrônico do MF Rural, Wilson Oslis Sanchez Lucas, se defende das acusações ao afirmar que o site faz somente a divulgação das terras a serem vendidas. “Os responsáveis pelo anúncio são as pessoas que anunciam e não a rádio, o jornal ou um site pela internet. Sendo que a internet não negocia, ela apresenta os produtos, mas não é responsável”, afirmou.
Wilson Lucas informou ainda que os anúncios continuam no site para que a Justiça possa chegar aos responsáveis pelas terras ilegais. Um recente recadastramento de terras em Lábrea aponta que 46 dos 120 imóveis na região não têm posse legalizada. Mais 200 imóveis tiveram o cadastro suspenso no ano passado.
Fonte: Rádio Nacional da Amazônia/EcoAgência

Dems trump Obama's green agenda

Photo: AP/Internet
Big livestock interests and Great Lakes shippers won key regulatory concessions from Democrats Tuesday in a double blow to President Barack Obama's climate change and clean air agenda.
Dems trump Obama's green agenda
By DAVID ROGERS
The Environmental Protection Agency would be effectively barred from mandating the reporting of greenhouse gas emissions generated by large-scale cattle, dairy and hog producers. In addition, 13 Great Lakes cargo steamships won a last-minute exemption from a proposed rule to require lower-sulfur fuel to reduce harmful emissions.
In each case, the legislative riders will run only for the one-year life of a $32.24 billion natural resources bill that is otherwise very generous in funding the EPA, as well as parks and wildlife programs within the Interior Department. But the back-to-back regulatory fights show the strain on Democratic loyalties caused by the faltering economy.
No less than House Appropriations Committee Chairman Dave Obey (D-Wis.), backed by maritime unions, was a major player in protecting the Great Lakes shippers. And the agriculture greenhouse gas requirements touched off a revolt among farm state Democrats, who threatened to bring down the entire bill if the legislative rider was included.
House-Senate negotiators ratified the deal Tuesday evening, barely an hour after a 267-147 vote on the House floor in which 99 Democrats joined in support of the provision. Only the day before, Rep. Norm Dicks (D-Wash.), the bill’s manager, had predicted that a compromise could be reached to preserve the reporting requirements for the largest 90 or so operators in the nation. But this collapsed in the face of the House vote and growing leadership concerns that the fight could also delay passage of a much broader, stopgap spending resolution to keep the government funded past this Saturday, Oct. 30.
“This was the 90 giant manure operations in the country that I felt should have to report, but we couldn’t pass the bill if we did that,” said Dicks. “We had a revolt with all the agricultural members.” Dicks insisted that the Obey-backed Great Lakes exemption had no impact on the dynamics of the farm fight. But Rep. Tom Latham (R-Iowa), a hog industry ally who led the House opposition to the EPA reporting requirements, told POLITICO that Obey created an opening that made it harder for Democrats to then dismiss their own agriculture state membership.
An added factor, too, was the leadership’s decision to use the underlying spending bill as a vehicle to carry — and shield from amendment — this year’s second continuing resolution, or CR, to keep the government funded past Saturday.
Only four of the 12 annual appropriations bills have been sent to the president thus far, and most agencies have been operating since Oct. 1 under the first CR, due to expire this weekend. Democrats want a second version to run until Dec. 18, setting up a pre-Christmas showdown over spending.
Getting it through Congress before Saturday could take some political doing.
To avoid amendments, the leadership has again resorted to inserting the language into a conference report, in this case the natural resources bill. But sometimes, the tail can wag the dog, and once the CR was included, it became all the more imperative that nothing — like an EPA regulation — block passage.
“It would not pass the House without this language in it,” Latham said.
Under the final language, Dicks preserved the ability of the EPA to proceed with other portions of its greenhouse gas rule, but the provision affecting agriculture manure operations is specifically blocked for this fiscal year, which ends Sept. 30. The Great Lakes exemption for Obey takes a similar approach, and Sen. Dianne Feinstein (D-Calif.) said the agency will be free to implement the same ship emissions rules outside the Great Lakes.