sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Este sangue marca o Brasil. Até quando?

Ato ecumênico marca cinco anos da morte de Dorothy Stang
Manifestantes pediram agilidade no julgamento de acusados. Missionária americana defendia causas ambientais e trabalhadores rurais. Integrantes de movimentos sociais fizeram um ato ecumênico, em Belém, para marcar os cinco anos do assassinato da missionária americana Dorothy Stang. A concentração foi em frente ao Tribunal de Justiça do Pará, na capital do estado. Quem participou do evento também pediu agilidade no julgamento dos principais acusados de envolvimento no crime. A missionária foi morta a tiros em fevereiro de 2005, em Anapu (PA). Dorothy trabalhou durante 30 anos em pequenas comunidades da Amazônia pelo direito à terra e pela exploração sustentável da floresta. Defendia causas ambientais e os trabalhadores rurais. Antes de ser assassinada, denunciou ameaças de morte que recebia por causa de seu trabalho contra a violência no campo e a grilagem de terra.
Fonte: G1
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