domingo, 13 de junho de 2010

Terrorismo de Estado israelense reflete seu próprio “desespero”

Terrorismo de Estado israelense reflete seu próprio “desespero”
Apoiado apenas pelos Estados Unidos e pelo “poodle inglês”, sionistas isolam-se no mundo
Por Eduardo Sales de Lima 
“Foi uma atitude desesperada”. A análise sobre o ataque das forças militares de Israel, na madrugada de 31 de maio, a integrantes de uma missão humanitária internacional – ação que, pelo que se sabia até o fechamento desta edição, em 1º de junho, deixou dez mortos, além de dezenas de feridos –, é do artista plástico israelense, radicado no Brasil, Gherson Knispel. 
A professora de história árabe da Universidade de São Paulo (USP), Arlene Clemesha, soma-se ao coro. Ela atesta que a situação política interna israelense está bastante conturbada e que o ministro da Defesa, Ehud Barak, que deu o aval à ação dos soldados em mares internacionais, vem sofrendo forte pressão por sua renúncia.
A opção do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de acordo com Arlene, é a de levar a cabo uma “política de fatos consumados”, assim como ocorreu no massacre de cerca de 1.500 civis na Faixa de Gaza entre o fim de 2008 e o começo de 2009. 
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