sexta-feira, 22 de março de 2013

No Dia Mundial da Água, acesso ao bem para 800 milhões ainda é negado


No Dia Mundial da Água, acesso ao bem para 800 milhões ainda é negado
No mundo, quase 1 bilhão de pessoas não tem acesso a água em quantidade e qualidade necessárias a sobrevivência. As perdas de vida são enormes, e as doenças se alastram de forma alarmante, devido ao consumo de águas contaminadas ou poluídas, degradadas pela mão humana.
No Brasil, regiões do nordeste sofrem a pior seca de todos os tempos, com produções agrícolas e criações de gado sendo perdidas, além da sede do povo nordestino, que parece não ter fim, mesmo com investimentos de milhões na transposição do Rio São Francisco, estas obras ainda não estão cumprindo este objetivo, e nem se sabe quando será cumprido, fazer chegar nas torneiras da população, o líquido da vida.
As ações voltadas a distribuição dos recursos para as populações atingidas pela seca, ainda é deficitária, e incapaz de dar cabo ao problema que se avoluma com o tempo, além dos prejuízos que no decorrer de décadas famílias inteiras tiveram com as estiagens.
Em todos os continentes, a água tem sido o bem mais preciso da humanidade, motivos de guerra em países do Oriente Médio e África, e mesmo assim, pouco ou nenhuma ação voltada a atender demandas na África, na Índia, na China, no Brasil e outros países, que veem suas reservas serem compradas por multinacionais ou ameaçadas por projetos de mineração, petróleo, monoculturas de árvores exóticas, agrotóxicos, lixos, esgotos industriais e urbanos, e outros meios que acabam poluindo ou diminuindo o volume o bem natural.
Assim, no Dia Mundial da Água, mais do que comemorar, a reflexão e ação voltada a atender estas populações é agenda comum, mas que acabam não sendo priorizadas por governos em todos os cantos do planeta.
Urge ações e investimentos de recursos e tecnologias existentes para serem aplicados e salvar milhares de crianças vítimas da fome, desnutrição e sede.
Fonte: REDE Os Verdes/da Redação

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